Grupo Chrysler, após união com a Fiat, busca saldar dívidas



  

O começo do ano de 2014 entrou à história com a união entre Fiat e Chrysler, dupla que, juntas, devem ampliar a liderança no mercado global de vendas de automóveis. Porém, durante o acordo dos dois grupos, foi acordado que a Chrysler precisa refinanciar as dívidas.

No final de janeiro, o Grupo Chrysler anunciou de modo oficial que deve oferecer quase três bilhões de dólares para quitar os principais valores da lista de dívidas. Boatos sugerem que a empresa está em busca de captar dois bilhões de dólares de empréstimos para saldar outros reveses financeiros e pagar ao longo prazo a quantia emprestada.

Em consequência do montante devido, o Grupo ainda deseja usar os pagamentos que se referem a compra de títulos de dívida, que foram emitidos no mercado para o fundo VEBA-TRUST, em 2009, no final do segundo semestre. Os papéis têm regras de acordo com regulamento das leis norte-americanas: Securities Act 1933.

Nos dias de hoje, os papeis da dívida Chrysler deixam de ter permissão para serem negociados nos Estados Unidos, ao levar em conta de que não há o certificado do Securities Act, aplicado às leis estaduais norte-americanas.  Ao deixar de negociar no mercado norte-americano, os representantes da Grupo não vendem ações ao público com maior poder de consumo ao redor do mundo.

Apenas depois do Grupo traçar estratégia, preciso para conseguir sanar as dívidas, deve acontecer aumento em projetos conjuntos com a tecnologia Fiat. Depois de assinar o acordo com a marca italiana, de forma provável, também aumentou o nível de confiança dos investidores em comprar papéis da dívida Chrysler.





União entre as duas marcas aumenta a força da Fiat como selo com presença global no mundo dos dias atuais. Clique no link, acesse o site oficial da montadora e conheça maiores informações sobre a dívida da Chrysler.

Por Renato Duarte Plantier

Foto: divulgação



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