Toyota anuncia nova geração de plataformas



  

A nova geração busca maior segurança, menos consumo de combustível, menor custo de fabricação e design mais atraente

A Toyota divulgou que irá disponibilizar ainda em 2015 um novo modelo médio que será o pioneiro a usar a nova geração de plataformas da empresa. A meta da companhia é ampliar a competitividade e segurança de seus veículos, somado a diminuir os gastos de fabricação. A nova geração de plataforma é integrante de um objetivo divulgado pela empresa há aproximadamente quatro anos.

Somado à nova plataforma, a empresa apenas anunciou que o veículo possuirá tração dianteira. Depois, a companhia terá o foco na produção da plataforma de um modelo compacto e um grande, possuindo também tração dianteira.

Ainda é objetivo produzir as bases para novos veículos com tração traseira, entretanto, a companhia não forneceu mais especificações a respeito destes projetos. Se os objetivos forem garantidos, metade dos veículos comercializados pela empresa em 2020 possuirá a nova geração de plataformas, que possui o nome de Toyota New Global Architecture (TNGA, que significa Nova Arquitetura Global da Toyota).

Os novos veículos possuirão centro de gravidade mais inferior. A empresa também tem o objetivo de que as novas estruturas irão possibilitar que os designers produzam veículos mais atrativos. Com as novas plataformas, a companhia possui a meta de ampliar a rigidez estrutural de seus veículos entre 30% e 65% em relação aos veículos comercializados recentemente. Para isto, irá usar uma nova tecnologia de solda a laser.





Os gastos de fabricação poderão diminuir em até 20% com a união de plataformas. Desta forma, não será preciso ter muito investimento em uma linha de fabricação para disponibilizar um novo veículo, como exemplo.

A renovação da base faz a inclusão também da produção de uma nova linha de motores. Mais sofisticados, eles possuirão características mais leves e compactos. De acordo com previsões oficiais, os novos propulsores terão a função de diminuir 25% no consumo de combustível, somado à ampliação de 15% da possibilidade de geração de potência.

Por Felipe Couto de Oliveira

Foto: divulgação



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