Lista dos carros hatches médios de até R$ 100 mil mais vendidos no Brasil.

Para quem gosta de velocidade, mas não quer abrir mão da segurança, do conforto e do estilo, essa matéria é boa! No Brasil, os carros mais rápidos no segmento dos modelos hatches médios das marcas tradicionais e os da linha premium conhecidas dos brasileiros que custam até cem mil reais compõem a lista de “dez mais” a seguir, que incluem não aqueles veículos com maior potência da categoria, mas os com melhor performance de zero a cem quilômetros por hora.

Vale ressaltar que os dados analisados são os fornecidos pelos próprios fabricantes dos carros, no qual se considerou os menores preços, claro. As versões com câmbios manuais foram suplantadas pelos automáticos, e alguns casos, uma vez que seu desempenho é notadamente superior, especialmente do caso do mecanismo da dupla embreagem. Os modelos esportivos não foram excluídos da lista.

O primeiro lugar entre os carros hatches médios de até cem mil reais que são mais vendidos do Brasil, encontra-se o Volkswagen Golf 2.0 GTI, que vai de zero a cem em 6,5 segundos e custa em torno de R$ 98.990; o segundo lugar fico com o Peugeot 308 THP, cujo tempo para chegar cem quilômetros por hora foi de 8,3 segundos e custa novinho na loja o valor de R$ 75.990; já o modelo Volkswagen Golf 1.4 TSI DSG, com cronômetro marcando 8,4 segundo e com valor de investimento de R$ 73.990, alcançou o terceiro lugar da lista. Em quarto lugar entre os dez mais velozes, temos o modelo Fiat Bravo 1.4 T-Jet, que foi de zero a cem em 8,7 segundos e sai da loja a R$ 70.970. O quinto lugar ficou com o hatch médio Ford Focus 2.0, cujo tempo de performance marcou 9,2 segundos e seu valor é R$ 74.790.

O modelo Audi A3 Sportback 1.4 TFSI segue a lista, ocupando o sexto lugar, já que o tempo de alcance aos cem quilômetros desse carro é de 9,3 segundos e seu valor direto da concessionária é de R$ 91.700. Em sétimo lugar, temos o carro Peugeot 308 2.0, com tempo de 10,2 segundos e valor desembolsado para ter ele novinho da loja é de R$ 54.990. O Chevrolet Cruze Sport6 1.8 MT, com tempo de alcance a cem quilômetros de 10,7 segundos no cronômetro e valor de R$ 68.996, ocupa o oitavo lugar da lista. Em penúltimo ligar, está o Citroën C4 2.0 AT, com 11,0 de segundos de alcance e valor de R$ 58.690 e na última colocação, encontramos o Hyundai i30 1.8 AT, cujo tempo para chegar aos cem quilômetros é de 12,0 segundos e seu valor é de R$ 71.900.

E aí, qual deles é o seu?

Por Flávia Alves Figueirêdo Souza

Volkswagen Golf 2.0 GTI

Peugeot 308 THP

Volkswagen Golf 1.4 TSI DSG

Fotos: Divulgação


Novo projeto de lei busca autorizar a fabricação e a venda de carros leves a diesel no Brasil.

Essa semana pode ser decisiva para o setor de automóveis. Isso porque está em tramitação e, ao que tudo indica, vai à votação nesta semana, um projeto de lei que autoriza a fabricação e venda de carros leves a diesel no Brasil. Após inúmeros anos de tentativas, pareceres negativos em comissões técnicas e muitas opiniões contrárias da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de alguns empresários, citando a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, a ideia voltou à tona. Dessa forma, o combustível, tido como poluente, seria utilizado por veículos leves.

Segundo alguns especialistas ambientalistas, os utilizadores do diesel, até o momento, são caminhões, ônibus e carros comerciais. Somente pela utilização deste, poderia-se observar uma grande poluição do ar. Com a aprovação do projeto, o número de doenças poderia aumentar, causando a morte precoce de pessoas pelo material.

O óleo diesel é derivado do refinamento do petróleo, sendo uma fonte limitada e não renovável. Constituído de hidrocarbonetos de carbono, este possui incontáveis impurezas de enxofre, nitrogênio e oxigênio. O tema sobre a sua utilização voltou à pauta em 2015, em reunião da Câmara criada pelo presidente da Casa na época, Eduardo Cunha. Se aprovado, o projeto de lei vai para plenário no Senado.

Em audiências públicas que ocorreram entre outubro de 2015 e março de 2016, especialistas da fabricação de automóveis e peças, produtores de combustíveis, pesquisadores de saúde, além dos Ministérios do Meio Ambiente e Minas e Energia, Agência Nacional de Petróleo (ANP), Petrobrás e fabricantes de etanol e biodiesel se posicionaram sobre a questão. De maneira geral, estes foram contra o projeto devido aos problemas que ele poderá causar, como doenças respiratórias e cardíacas. Além disso, por sermos um país importador de diesel, o aumento de sua utilização geraria um desequilíbrio na balança do Brasil, gerando altos custos.

O relator, deputado Evandro Romam (PSD-PR), porém, pediu a aprovação da Lei, alegando ser favorável, uma vez que “o consumidor tem que ter a opção de escolher um destes veículos, pois os números são surpreendentes. Se você gasta hoje em torno de R$ 0,40 ou R$ 0,50 no Brasil para rodar com um carro movido a gasolina ou etanol, você gastaria em torno de R$ 0,15 para rodar com um carro a diesel”.

Em contrapartida, para Bruno Covas (PSDB-SP), “O único argumento favorável se limita à escolha do consumidor, quando há repercussões negativas econômicas, energéticas, ambientais”. Além disso, este ressalta que a Europa está discutindo a abolição destes carros, culpando estes pela poluição nas regiões metropolitanas. “E nós vamos receber o lixo tecnológico que vai ser proibido lá?", completa.  

A votação será, provavelmente, nesta terça ou quarta-feira. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Por Kellen Kunz

Carro a diesel

Foto: Divulgação





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