A Volkswagen aproveitou o Salão de Los Angeles, que inaugurou sua exposição na sexta-feira (21), para apresentar aos americanos a ousada versão conversível do Golf, que leva o nome de GTI Roadster Concept. Faz isso após ter lançado as versões de carro conceito Golf R400 e Golf R de 296 CV. O modelo já havia sido lançado em Wörthersee, Áustria, há seis meses atrás.

O visual do carro é muito agressivo e promete fazer muito sucesso, por ter sido uma estrela do mundo dos games. É um dos carros do famoso jogo Gran Turismo 6 da Sony Playstation, o sexto jogo principal e o décimo segundo da série de jogos de corridas Gran Turismo produzido pela Polyphony Digital e lançado pela Sony Computer Entertainment em dezembro de 2013.

Foto: divulgação

O GTI Roadstar Concept é equipado com motor de 6 cilíindros VR6 bi-turbo de 503 CV e 57 mkgf de torque. Com esse torque é possível que os 1.421 Kg do carro conceito acelere de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos. Atinge uma velocidade máxima de 309 km/h.

O GTI Roadstar Concept está equipado com rodas de liga leve de 20 polegadas, pneus 235/35ZR30 frontais e 275/30ZR20 traseiros, com freios e disco ventilados.

O carro é deslumbrante e impressiona a partir de qualquer ângulo que se queira ver, com seu design futurista e radical. Mas ainda se trata de um carro conceito, com chances reduzidas de ter uma produção regular.

Foto: divulgação

A versão conceito do Golf R400 foi lançada no Salão de Beijing, em abril de 2014, e está cotada para ser produzida, baseada no Golf R. 

Possui motor de 2 litros e 4 cilindros e de 400 HP. O pico do motor é de 450N.m. Isso é suficiente para o carro partir de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos e atingir a velocidade máxima de 278 km/h.

Além do motor potente, o Golf R400 também será equipado com sistema DSG de dupla embreagem, sistema de tração nas 4 rodas e conjunto de rodas de liga leve de 19 polegadas. Sua produção está prevista para iniciar o mais cedo possível no próximo ano. 

Por Russel Hernandes


No início desse ano, o emplacamento de novos veículos caiu cerca de 7,2% comparando dados de janeiro a maio de 2014, com os dados do mesmo período de 2013. Para não ocasionar numa grande quantidade de desemprego, o ministro da Fazenda anunciou a prorrogação do IPI reduzido, que também motiva o mercado, e a previsão é que permaneça até o fim do ano.

De fato, o ano de 2014 tornou-se pouco favorável para a compra de bens duráveis. Tivemos a Copa do Mundo, com gastos elevados e que não rentaram tanto quanto o esperado, eleições, problemas com racionamento de água, que obrigou medidas administrativas imediatas para “contornar” a situação, além da crise na Argentina. Os produtores de móveis também foram inclusos neste benefício.

Esta estratégia já é utilizada há algum tempo e as montadoras anseiam para que se estenda também no decorrer do próximo ano com taxas ainda menores. A prova de que essa alternativa é eficaz foi observada no decorrer do ano, em especial de julho a setembro, onde as vendas cresceram em torno de 3,7%, mantendo, assim, os empregos com um aumento de produção de 4,7%.

Na última reunião com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e representantes do Governo Federal, ocorrido em Brasília, foi relatado de que esse assunto não entrou em debate, porém, as indústrias não desanimam.

Enquanto o governo abre mão de aproximadamente 800 milhões com a redução destes impostos arrecadados, as indústrias fazem sua parte mantendo o mercado aquecido com preços atraentes e em busca de novas oportunidades.

Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), tenta firmar contrato com a Colômbia enquanto já planeja uma renovação contratual com o México.

Estes fatos impulsionam, como consequência, um aumento no nosso PIB, uma vez que a produção de peças realizadas aqui, além de gerar emprego, arrecada impostos dentro do Pais.

Por Ricardo Laurentino da Silva

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O Mitsubishi Lancer Evolution X chega mais potente, para se despedir e dar lugar a uma nova linha de carros esportivos Lancer. A última linha do EVO da forma como existe hoje foi preparada para ser especial e com elementos próprios.

A fabricante já havia anunciado que o EVO deve ser substituído por um crossover esportivo. Em entrevista cedida à revista Autocar, durante o Salão de Paris, o chefe de produto da Mitsubishi, Kanenori Okamoto, afirmou que o EVO dará lugar a um SUV de alto desempenho, com tecnologia híbrida.

O Lancer Evolution X 2015 vem para marcar a despedida com motor turbo 2.0L, DOHC e 16 válvulas com intercooler, tendo um upgrade na ECU preparado pelo engenheiro John Easton. Com esse upgrade, são gerarados 340cv e 37,3kgfm de torque.

O novo carro tem rodas BBS aro 18” forjadas na cor grafite, com um contorno da grade de cor vermelha. Também conta com transmissão de dupla embreagem, freios Brembo, controle de tração (S-AWC) e sistema ABS de quatro canais com EBD. Além disso, conta com um sistema multimídia com navegador GPS, Bluetooh, CD e DVD. O preço da nova versão se mantem em R$ 219.900.

Enquanto isso, a produção nacional das versões civis do Lancer, que chegavam importados do Japão, tem início na linha de montagem da Mitsubishi em Catalão, Goiás. Sem muitas modificações, o sedã de porte médio mantém o mesmo motor e traz diferenças nas novas rodas 18’ e um sistema multimídia atualizado: tela Touch Screen de 7”, navegador GPS, Bluetooth, dual vídeo zone e o Dynamic Information System (DIS), com acelerômetro, aceleração lateral, bússola, inclinação frontal e altitude.

O Lancer nacional também ganhou nova suspensão, apropriada para o Brasil. Preços das versões que estarão disponíveis:

Lancer 2.0 MT – R$ 66.490

Lancer 2.0 CVT – R$ 72.490

Lancer 2.0 GT – R$ 83.990

Lancer 2.0 GT AWD – R$ 97.490

Por Daniel Cavalcante

Foto: autopolis.com.br


A grande maioria dos proprietários de veículos automotores sabe que a adequada manutenção da calibragem dos pneus influencia muito consumo de combustível pelo veículo, no entanto, muitos desses motoristas não zelam.

Segundo especialistas, o carro com a correta calibragem dos pneus pode ter reduzido seu consumo de combustível em até 20%.

Isso ocorre porque os pneus foram desenvolvidos para terem atrito de uma área específica deles com o solo, que será definida pela correta calibragem, de acordo com o cada tipo de veiculo e respectiva carga.

Caso estejam murchos, os pneus irão precisar de mais força para se arrastar, resultando em um esforço muito maior para o motor, que, consequentemente, irá gastar muito mais combustível e também irá resultar no desgaste mais rápido dos pneus descalibrados.

Devido a todo esse processo, os pneus dos veículos automotores devem ser calibrados, no máximo, quinzenalmente. O ideal é fazer a conferência uma vez por semana.

Uma dica interessante é: todas as vezes que o proprietário do veículo comparecer ao posto de gasolina para completar o tanque, também realize a conferência da calibragem dos pneus. Este hábito ira resultar em uma economia significativa para o próximo abastecimento.

As informações relativas à quantidade de libras dos pneus estão inseridas no manual fornecido pelo fabricante, ou ainda, muitos veículos já possuem tais informações em uma fita adesiva colada na parte interna da tampa do tanque de gasolina. Note como a própria montadora quer associar o habito de  abastecimento de combustível ao hábito de calibrar os pneus.

É importante destacar outro detalhe fundamental relativo à calibragem dos pneus: a segurança. Conforme já mencionado, se os pneus estiverem com as libras abaixo do recomendado (murchos) irá consumir mais combustível, e se estiverem com as libras acima do recomendado (cheios demais), o carro  terá menos estabilidade, que pode resultar em diversos tipos de acidente.

Por Maicon Douglas Rodrigues Arthuso

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O momento de comprar um carro novo envolve emoções, como a empolgação e a ansiedade de que o automóvel esteja o quanto antes nas suas mão. Porém, é preciso ter cuidados nessa compra que envolve tantos aspectos, entre eles, o fato de ser uma compra grande (valor financeiro), o custo-benefício, o que a pessoa busca e precisa num carro, o porte e até outros aspectos como o design, por exemplo. Até porque, depois de fazer negócio não tem mais volta.

Comprar carro à vista é bem melhor do que financiar, pois os juros no Brasil ainda são bastante altos e o consumidor perde muito dinheiro a cada parcelamento. E isso se torna ainda mais visível quando consideramos o ganho com o rendimento desse valor se fosse investido antes de adquirir o bem.

Portanto, o ideal seria guardar o valor de cada parcela mensalmente em uma poupança, até que se tenha o dinheiro suficiente para comprar o carro.

No fim das contas, se o consumidor esperar um pouco mais para comprar à vista, ele acaba comprando por um preço muito abaixo do financiamento e em menos tempo. Isso porque se leva mais tempo para quitar um parcelamento do que para juntar o valor do produto economizando na poupança.

Mas é evidente que essa é uma escolha difícil para se fazer, principalmente considerando as emoções que surgem no momento da possibilidade de compra e as tentações de antecipação dessa compra, como o financiamento.

Segundo psicólogos, muitos pacientes que apresentam distúrbios emocionais têm como a raíz de seus problemas psicológicos os problemas financeiros, normalmente gerados pelo mal uso do dinheiro em compras mal efetuadas.

Seja com o procedimento dessa compra (financiamentos, entre outros), seja com aquisições exorbitantes e desnecessárias, provenientes de tentações consumistas, onde a pessoa gasta o que não devia para comprar o que não precisava. O que parecia uma boa oferta, na verdade é uma armadilha. 

Até quem é mais disciplinado com isso precisa ficar atento, pois não faltam tentações e armadilhas direcionadas aos consumidores. E na hora de comprar um carro novo esse risco  não é diferente. 

Sempre existem diversas ofertas, de vários tipos e procedimentos, que querem convencer o consumidor de que determinada opção é a melhor para o cliente, mas que, na verdade, acaba sendo mais vantajoso para quem consegue vender.

Isso ainda gera prejuízos posteriores à aquisição do bem e muita dor de cabeça por um tempo muito maior do que o consumidor levou para decidir realizar sua compra.

Normalmente são ofertas fantásticas, mas que tem detalhes quase ocultos antes da compra, como o prazo da oferta, para deixar o cliente tendo pouco tempo para decidir e, consequentemente, para refletir sobre a decisão antes de fechar o negócio, além de taxas e prazo para entrega do veículo, por exemplo. E que vão surgir depois que o consumidor estiver convencido de que fez um grande negócio.

As duas principais dicas para esse momento tão especial na vida de qualquer pessoa, principalmente quem vai fazer sua primeira compra de um carro, são:

1- Defina o modelo de automóvel que você considera ideal para as suas necessidades

Vá até concessionárias de veículos e primeiro faça uma visita e escolha o tipo de carro que vai querer. Lembrando que nenhum automóvel terá tudo que você precisa, normalmente se abre mão de um aspecto ou recurso (economia, potência, espaço, etc.) para se adquirir outro.

E, quando decidir, procure esquecer do que abriu mão de ter, pois ficar pensando nisso pode atrapalhar na hora de fechar negócio.

2- Faça uma boa pesquisa de mercado

Vá em uma concessionária e pergunte qual melhor preço que podem fazer, anote tudo, inclusive as ofertas "fantásticas". Fale com outra concessionária e quando achar um preço menor veja se a outra concessionária pode cobrir.

Faça isso algumas vezes com lojas diferentes. Compare e pense com calma, sem pressa. Depois de alguns dias você vai ter analisado as opções e vai encontrar a melhor para a sua compra.

Por João Calvet

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Tendência ecológica. Hoje o mercado automobilístico passa por uma espécie de povoamento 'verde'. Não me refiro à cor do carro e sim ao fato de novos automóveis que utilizam novas fontes energéticas em seus motores.

Os automóveis movidos a derivados de petróleo vêm, de maneira muito lenta e sinceramente não muito significativa, perdendo espaço para automóveis que utilizam energia elétrica ou mesmo biocombustíveis. Nessa briga pelo mercado renovável existem duas classes de automóveis em especial que serão discutidas aqui, os elétricos e os híbridos.

Os carros elétricos, como o próprio nome já diz, têm seus motores à combustão substituidos por células elétricas. À primeira vista, a principal diferença entre um carro elétrico e um carro movido à gasolina, é que o carro elétrico é bem mais silencioso.

O motor elétrico é sustentado por diversas baterias, associadas a um regulador. As baterias são carregadas na rede elétrica, exatamente como é feito com aparelhos celulares, tablets, etc. Em geral, não possuem um sistema de marchas, contando apenas com acelerador e freios, assemelhando-se a um carro automático.

O principal ponto negativo deste tipo de veículo está em sua autonomia: apesar dos constantes avanços na área, os carros elétricos nao têm bateria suficiente para percorrer grandes distâncias.

Os automóveis híbridos funcionam em um sistema diferenciado. O sistema híbrido mais comum usado em automóveis hoje é o sistema gasolina x eletricidade, embora algumas indústrias já tenham anunciado estar trabalhando em veículos diesel x eletricidade.

Como você pode perceber, nesse tipo de veículo utiliza-se a energia por combustão combinada à energia elétrica. Se por um lado um carro à combustão é muito poluente e por outro o carro elétrico tem pouca autonomia, os híbridos tentam trazer o melhor de dois mundos: mais eficiência e autonomia e menos poluição.

Existem híbridos em paralelo ou em série. Nos híbridos em paralelos, a rotação do motor que permite a movimentação do automóvel é gerado por duas fontes em comum, a elétrica e a energia de combustão. Nos híbridos em série, o motor à combustão funciona como uma espécie de gerador para o motor elétrico, que será responsável pelo movimento do automóvel.

Tendo em vista essas características, é importante se notar quais distâncias serão percorridas, qual a autonomia necessária para o condutor, qual a velocidade de resposta (aceleração do carro) o motorista deseja, entre outros.

Se o motorista não percorrerá grandes distâncias e nem precisará de grandes potências, o carro elétrico é ideal, sendo muito menos poluente e mais econômico. Se o motorista deseja mais autonomia, será melhor um híbrido, que será um pouco mais poluente e terá um custo relativamente maior em relação ao elétrico.

Por

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Após dois anos de lançamento da mais nova versão da S-10 no Brasil, a GM já se preocupou em desenvolver um novo pacote completo com evoluções para o automóvel na versão 2015.

As mudanças não poderão ser vistas, só poderão ser sentidas. A S-10, ganhou um novo motor, que é mais moderno, 16 V flex,  e conta com um sistema de injeção de combustível direta e, segundo a fabricante GM, esse motor tem capacidade de gerar até 206 cv a 6.000 rpm e 27,3 kgfm de torque a 4.400 rpm, sendo abastecido 100% com etanol.

Foto: GM

O novo pacote de evoluções ainda dispensa o tanque auxiliar de gasolina para partidas a frio e dispensa também qualquer sistema de pré-aquecimento para etanol, pois, o novo sistema de injeção de combustível se encarrega dessas tarefas.

E as novidades não acabam por aí! A inovação para a parte mecânica é que o câmbio manual para modelo com motor de 2.5 conta com 6 marchas, enquanto as versões 2.4 e 2.8 Turbodisel continuam com 5 marchas. E, graças a bons engates, a transmissão tem relações mais longas, o que ajuda a manter o giro do motor baixo e reduz, assim, o consumo do combustível. Ótimo benefício para os usuários deste veículo.

Foto: GM

Com todas essas mudanças, o resultado é ter uma S-10 mais rápida. O motor acelera de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos com etanol e 9,5 segundos com gasolina, segundo a própria GM.

O visual externo e a cabine não sofreram alterações, apenas receberam a versão MyLink, que traz um navegador de GPS integrado, dispensando assim o uso de uma conexão de smartphones.

Foto: GM

Hoje, o mercado consumidor que a S-10 está inserido é o de fazendeiros e empresários, que englobam 47% dos clientes.

O que a GM espera agora é que as vendas aumentem, já que o veículo se tornou o mais potente da categoria.

Por Juliana Ghisi


As quedas nas vendas de veículos estão fazendo as concessionárias tentarem as mais variadas estratégias, com ênfase nas facilidades de crédito – entrada parcelada em até 10 vezes, taxa zero para financiamentos que não ultrapassem 24 parcelas, parcelas sem juros no cartão de crédito, emplacamento e IPVA gratuitos.

No estado de Minas Gerais essas ações alavancaram as vendas de carros novos em 20% em agosto. Cenário diferente do que aponta o balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a qual mostra queda nacional de 7,38% em agosto na comparação com julho. Em comparação com 2013, o desempenho é ainda pior, a queda nas vendas é de 17,12%.

Os revendedores estão mais otimistas devido à concessão de crédito mais barato, fruto das recentes modificações nas regras do Banco Central, as quais possuem o intuito de proporcionar acesso facilitado ao financiamento de automóveis.

A partir do último final de semana, os bancos anunciaram taxas de juros abaixo de 1% ao mês. Porém, as taxas mais em conta correspondem a financiamentos de curto prazo, com no máximo dois anos.

O Banco do Brasil é o que possui taxas mais baixas, de 0,97% ao mês, destinadas a veículos novos com quitação em até 60 vezes.

A indústria automobilística permanece em situação crítica. Em agosto, a produção caiu novamente quando comparada ao mesmo período do ano passado. A queda foi de 22,4%, correspondendo a produção de 80 mil unidades a menos.

Alguns especialistas acreditam que a indústria se manterá em ritmo lento de atividade até o fim de 2014, pois não há previsão de mudança do atual cenário da economia brasileira, devido a pontos críticos que possuem relação com consumo em desaceleração, concorrência com automóveis importados e juros maiores.

Já a Associação Nacional dos Fabricantes acredita que as medidas postas em prática pelo governo para aumentar o crédito estão apenas no início, fazendo com o que o segundo semestre de 2014 encerre melhor que o primeiro. 

Por Rafaela Fusieger


As grandes fabricantes de carro já planejam e desenvolvem carros movidos a hidrogênio há algum tempo, mas sempre ficou em bases de estudos e projetos de carros-conceito. Entre as montadoras está a Toyota, que apresentou durante o Salão de Tóquio o FCV, primeiro carro em série movido a hidrogênio, e que agora lança a versão final desse veículo.

Com 4,870m de comprimento, 1,535m de altura, 1,810m de largura e distância entre-eixos com 2,780m o Toyota FCV possui um visual moderno, mas com alguns detalhes que deixam o modelo com aspecto futurístico, como os detalhes da grade dianteira que se integra aos modernos faróis e o acabamento lateral do capô, a ampla entrada de ar do pára-choque dianteiro e as luzes compostas por LEDs em posição vertical.

Na lateral notam-se relevos nos para-lamas, linha de cintura alta, vincos que percorrem as portas, além da caída acentuada do teto, perto da tampa do porta-malas.

Na traseira, por sua vez, o destaque ficam por conta do para-choque diferenciado e das lanternas traseiras dividas em uma faixa que percorre a tampa do porta-malas e uma lanterna em formato triangular.

Desenvolvido por mais de duas décadas, o Toyota FCV é alimentado por células de combustível de hidrogênio que terá um desempenho semelhante a de um carro do mesmo porte movido a gasolina, com autonomia de aproximadamente 500 quilômetros.

A célula de combustível usada no modelo da Toyota utiliza da mesma tecnologia para os sistemas de acionamento de sinergia híbrida, no entanto, o motor a combustão é substituído por uma pilha de células de combustível.

Dentro da pilha de combustível, o hidrogênio se combina com oxigênio para produzir eletricidade para alimentar o veículo. Além de emitir apenas vapor de água, produzido pela reação entre o hidrogênio e o oxigênio, o Toyota FCV se destaca pelo rápido reabastecimento de apenas 3 minutos.

Segundo a marca japonesa, o modelo será vendido, inicialmente, em regiões que dispõe de infraestrutura para que ocorra o reabastecimento de hidrogênio. No mercado japonês, o primeiro carro a ser oferecido com células de combustível começará a ser comercializado em abril de 2015, por aproximadamente 7 milhões de Ienes (cerca de R$ 151 mil).

Os preços para o mercado estadunidense e europeu ainda não foram revelados pela fabricante nipônica. 

Por Caio Polo

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As apresentações oficiais do esportivo Focus ST continuam ao redor do mundo. O modelo reestilizado teve recentemente alguns detalhes bem como imagens do mesmo divulgados pela própria fabricante. Entre os principais destaques do chamado “novo Focus ST” está o inédito motor a diesel para a versão.

Ao dar uma olhada no Focus ST é impossível não perceber a profunda renovação visual, tanto externa quanto interna. Com um motor diesel 2.0 TDCi que possibilita o motorista desenvolver 185 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque, a informação é de que o propulsor responsável por mover o esportivo pode acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 8 segundos.

Apenas meio segundo a menos do que o VW Golf GTD. Já nos demais pontos ele está perfeitamente equilibrado com o seu principal rival de Wolfsburg.

No mais, não há tanto o que se falar. Segue presente também o motor movido a gasolina 2.0 Ecoboost de 252 cv com aceleração de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos. Neste caso, a velocidade máxima que pode ser alcançada é de 248 km/h. Já o consumo médio fica na faixa dos 14,7 km/L. O que a título de curiosidade é o melhor já obtido pela ST em toda a sua história.

Meio que seguindo o exemplo da versão regular, o ST ficou relativamente mais bonito e bem apresentável devido a reestilização. Dentre os diversos pontos que podemos destacar neste quesito, podemos citar os pára-choques alargados, faróis mais estreitos, traseira com um pára-choque mais evidente, saias laterais na cor da carroceria. Na traseira, os difusores e o escapamento duplo estão posicionados no meio.

De acordo com a própria montadora o novo Focus ST estará disponível a partir do último trimestre. Já as informações com relação aos preços ainda são mantidas em segredo pela fabricante.

De qualquer maneira a Ford parece ter acertado um pouco mais nessa reestilização bem como nos itens e alguns detalhes extras.

Por Denisson Soares

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Recentemente a Honda, montadora japonesa, havia anunciado um recall que envolve mais de dois milhões de veículos em todo o mundo. O recall da montadora foi provocado por um problema no sistema airbag.

Na ocasião, a Honda ainda havia informado que a medida em questão iria atingir ao todo 2.033.000 carros que foram fabricados no período entre agosto do ano 2000 e dezembro de 2015. Desses números, mais de um milhão de automóveis estão na América do Norte e o restante, 668 mil estão no Japão.

Já nas últimas semanas deste mês de junho outras duas montadores, a Mazda e a Nissan também anunciaram que estavam tomando medidas parecidas.

No caso da Nissan foi anunciado pela companhia um recall que atinge 755.000 veículos. Com a Mazda a medida atinge 160.000 automóveis.

Voltando a questão do airbag o que foi apresentado pela Honda é de que o defeito que pode estar presente no inflador do airbag. Na pior das cenas o tal defeito poderá provocar o incêndio e causar ferimentos nos ocupantes dos veículos.

O problema foi informado pela fabricante por meio de um documento que foi encaminhado ao ministério japonês dos Transportes. Vale ressaltar que este é o mesmo problema que há algum tempo provocou a Toyota a efetuar um recall de 2,27 milhões de veículos.

No início deste mês de junho, a Toyota já tinha apontado um problema um pouco parecido. A questão é de que no caso da empresa boa parte dos veículos convocados para o recall já haviam passado por outro no ano passado exatamente pelo mesmo motivo.

De acordo com a Toyota, ou melhor, a explicação dada pela montadora é de que a mesma decidiu “mudar a solução” que havia sido apresentada na ocasião anterior e isso acabou levando a companhia a anunciar um novo recall.

Em 2013 a Nissan, a Toyota, a Honda e a Mazda fizeram parte de um recall anunciado para aquele ano que envolveu 3,4 milhões de carros. No caso deste recall o problema (para variar) envolvia o airbag que tinha alto potencial de causar problemas. O dispositivo havia sido fabricado pela empresa japonesa Takata entre 2000 e 2004.

Por Denisson Soares

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Os taxistas brasileiros interessados em aproveitar a demanda de passageiros dispostos a pagar mais pela locomoção durante a Copa do Mundo, não deixaram de investir em carros considerados mais confortáveis e modernos, para a atender os turistas estrangeiros que vieram ao Brasil para assistir o mundial da Fifa.

Os profissionais que dirigem carros de luxo, inclusive, fizeram cursos especiais focados principalmente em direção defensiva e até ações antissequestro, segundo reportagem publicada no jornal “Agora”.

Houve também investimentos em cursos de idiomas e treinamento com dicas para apresentar os principais pontos tutrísticos das cidades brasileiras visitadas durante o evento mais popular do futebol. Segundo levantamento feito pelo jornal paulista, dos táxis de luxo que circulam pelas ruas da cidade de São Paulo, cerca de 25 são blindados.

O público-alvo dos táxis luxuosos é composto basicamente por executivos, empresários e também celebridades nacionais e internacionais. Os valores cobrados giram em torno de R$ 3,75 (bandeira 1) e R$ 4,88 (bandeira 2) por quilômetro rodado, respectivamente. Lembrando que o táxi comum em São Paulo costumar cobrar R$ 2,50 (bandeira 1) e R$ 3,25 (bandeira 2).

A reportagem do jornal “Agora” destacou alguns dos modelos de veículos mais procurados e usados para táxis de luxo, como Ford Fusion – carro importado avaliado em R$ 97,990 -, o qual possui considerável espaço interno. O importado Hyndai Azera custa cerca de R$ 112 mil e dispõe de interior “sofiscitado”. Já o Toyota Corolla, orçado em R$ 69.990, possui mecânica tida como “resistente” pelos especialistas.

Os veículos importados como o modelo Fusion não possuem a insenção de imposto disponível para os taxistas durante a aquisição de carros. Os valores cobrados obedecem os preços praticados na tabela.

Em alguns casos, de acordo com Nilson Carvalhos da Cooperluxo (cooperativa de taxistas voltada a atendimento executivo), em entrevista ao jornal “Agora”, é possível obter com “muito choro” um desconto de 5% sobre o valor.

Por Letícia Veloso

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