A Honda pode comemorar, pois o Honda City foi eleito novamente o melhor carro para pessoa com deficiência. Os critérios considerados pela pesquisa foram acesso ao comando do painel, recursos, espaço interno, condução do veículo, adequações aos portadores, aparência, atendimento e entrega realizada pelas concessionárias, tecnologia e fator custo-benefício.

O resultado foi divulgado pela Revista Nacional de Reabilitação e a pesquisa envolveu portadores de deficiência, empresas que atuam nesse segmento, profissionais de saúde, além de pessoas que apresentam algum deficiente na família.

O ranking da 13ª edição da avaliação ficou assim: 1° lugar o Honda CITY, com 24 % dos votos, em ficou o Corolla da Toyota, que obteve 18 % das opiniões, e na 3º posição houve empate entre o Doblo da Fiat e o New FIT da Honda, ambos com 13 % dos votos.

Para verificar as outras posições, acesse o site da Revista Nacional de Reabilitação.

Por Andrea Gomes


Que o futuro dos automóveis reside nos híbridos e elétricos, e também porque não dizer, o futuro do próprio planeta, isto é um fato que vem se consolidando cada vez mais. Mas como toda nova tecnologia em desenvolvimento, ainda apresenta problemas, principalmente em termos de eficiência.

Como amplamente se debate, o “x” da questão está nas cargas das baterias atualmente utilizadas para manter a propulsão dos veículos. Baseadas em íons de lítio ou níquel, de acordo com especialistas, elas possuem pouca capacidade de carga, além de necessitarem de muito tempo para recarga. As atuais baterias não garantem ainda uma boa autonomia para os veículos e talvez não atendam a demanda que será necessária quando os veículos elétricos forem a maioria no trânsito.

Buscando resolver este problema as montadoras investem em pesquisas e é isso que a Toyota está fazendo em seu centro de tecnologia nos Estados Unidos, pesquisando novas alternativas para substituírem as atuais baterias. De acordo com sites especializados, estudam-se materiais como magnésio e enxofre para a substituição dos atualmente usados, pois os novos teriam uma maior capacidade de armazenamento de energia, o que aumentaria a eficiência dos novos veículos.

Com previsão de que até o ano de 2020 estas novas baterias se tornem realidade, as pesquisas de novas formas de geração de eletricidade para os veículos do futuro por si só representam uma maior conscientização sobre as atuais necessidades do planeta e principalmente o caminho certo a ser trilhado.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online





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