A Toyota já deixou claro a intenção de usar o etanol nos seus modelos híbridos brasileiros.

De olho na tendência mundial que cada vez mais busca fontes alternativas para reduzir a emissão de gases poluentes para a atmosfera, a Toyota já partiu na frente e anunciou, mesmo que ainda não oficialmente, o lançamento de um modelo híbrido que poderá rodar nas ruas brasileiras usando o velho etanol.

O anúncio de intenções de se fabricar um modelo que use dois sistemas de fornecimento de combustível foi anunciado pelo próprio presidente da empresa na América Latina, Steve St. Angelo. A declaração feita no último dia 24 mostra a tendência da empresa em apostar cada vez mais neste tipo de veículo.

O sistema híbrido de fornecimento de combustível para os motores que trabalham através do sistema de combustão funcionam com o fornecimento elétrico para que o motor seja acionado.

Segundo a concepção desenvolvida atualmente para este tipo de motor, inclusive o que é adotado pela própria Toyota, ele pode trabalhar sozinho ou poderá também ser acionado e trabalhar em conjunto com o motor de combustão.

Com este sistema, além de contribuir para que a emissão de gases para a atmosfera seja menor, ele contribui também para se reduzir o consumo de combustível tradicional, o que no final das contas, também vai ajudar a reduzir a emissão de poluentes.

Para quem ainda não sabe, a montadora já fabrica atualmente um modelo híbrido e que pode ser visto rodando em algumas capitais brasileiras, é o Prius. O automóvel que já é comercializado nas concessionárias da marca no Brasil pode ir para a garagem de qualquer consumidor com um preço a partir de R$ 120.000,00.

Sem querer dar maiores detalhes, o presidente da Toyota já deixou bem claro que este não deverá ser o único modelo que usará este tipo de sistema de alimentação para o seu funcionamento.

A montadora faz grande mistério sobre o uso deste tipo de tecnologia e deixou no ar a impressão de que novos modelos poderão surgir com o sistema híbrido. Talvez os que já são bastante conhecidos do público brasileiro possam vir a usar este tipo de sistema. Mas, por enquanto, fica somente a dúvida.

A Toyota já deixou claro a intenção de usar o etanol nos seus híbridos brasileiros.

Aproveitando a tecnologia híbrida do Prius e levando em consideração o potencial de mercado para este tipo de carro, a empresa já iniciou os testes no país com utilização não somente da gasolina, mas também do etanol brasileiro.

Nesse sentido, já existe uma intensa movimentação entre os técnicos da empresa para que este tipo de combustível, considerado bem mais limpo, seja adotado pelos novos modelos que deverão ser fabricados no Brasil.

Apostando neste tipo de tecnologia, os fabricantes brasileiros do etanol já iniciaram uma espécie de parceria com a montadora.

O uso do etanol como o combustível principal para os novos modelos híbridos desponta atualmente como uma das mais rápidas soluções que a indústria automobilística vem descobrindo para que as suas metas reduzidas de emissão de poluentes sejam alcançadas.

Além do esforço crescente da Toyota para adotar uma tecnologia ecologicamente correta com o uso do etanol, outras montadoras já pegaram carona nesta tendência.

Neste sentido, a japonesa fabricante dos carros da marca Nissan já anunciou os testes de um protótipo de carro considerado ‘ mais limpo’ com o usado etanol.

O novo modelo utilizaria um sistema de ‘Células de Combustível’ que utilizariam Óxido sólido. Esta recente tecnologia que está sendo desenvolvida para o Brasil se baseia em usar o etanol brasileiro para que ele possa ser capaz de fornecer energia suficiente para que um conjunto de baterias sejam continuamente carregadas e possa fazer funcionar o sistema de combustão do veículo.

Por Liana Gifoni

Toyota Prius


Toyota Prius é o principal responsável pela marca obtida pela montadora.

A grande e renomada fabricante de veículos automotores Toyota continua fazendo bastante sucesso e a prova desse sucesso são marcas históricas que vem sendo atingidas pela empresa, sendo que a última delas foi atingida no último dia 30 de abril deste ano, ocasião em que a empresa conseguiu superar a marca de 9 milhões de veículos híbridos comercializados em todo o mundo. Um fator interessante é que a empresa atingiu essa surpreendente marca apenas nove meses depois de ela ter comemorado o registro de 8 milhões de veículos movidos por esta tecnologia. O grande destaque da marca nesse setor é o Toyota Prius, modelo este que, atualmente, já ultrapassou a incrível marca de 5,7 milhões de unidades comercializadas em todo o mundo. Para termos uma noção, esse quantitativo representa nada mais nada menos que 63% do total mencionado acima.

Além de serem uma nova tendência para o mercado automotivo mundial, os veículos híbridos vêm ganhado cada vez mais espaço nos mercados. Com essa marca de mais de 9 milhões de veículos híbridos comercializados, a Toyota estima que nada mais nada menos que 67 milhões de toneladas de dióxido de carbono deixaram de ser emitidas na atmosfera. Outra estimativa positiva da empresa é de que estes veículos economizaram aproximadamente 25 bilhões de litros de gasolina, quantitativo este feito por meio da mensuração da quantidade de gasolina consumida nos veículos convencionais.

Todo esse resultado que a Toyota vem obtendo em relação ao comércio de veículos híbridos no mundo é oriundo do programa de Desafio Ambiental da empresa, que foi anunciado oficialmente no mês de outubro do ano de 2014, o qual tem como objetivo primordial definir os desafios a serem desenvolvidos para minimizar os impactos causados pela utilização de automóveis na saúde do meio ambiente no mundo inteiro. Esse é um dos passos que a Toyota está utilizando para contribuir com o surgimento de uma sociedade cada vez mais sustentável.

O primeiro veículo híbrido a ser comercializado pela marca foi o Coaster Hybrid EV, o qual foi apresentado no mês de agosto de 1997, sendo que em dezembro deste mesmo ano o Prius foi lançado aqui no mercado nacional. Aqui no Brasil, a Toyota passou a vender o Prius no mês de janeiro de 2013, sendo que do lançamento até o presente momento 783 unidades foram vendidas no mercado nacional.

Por Adriano Oliveira


Tendência ecológica. Hoje o mercado automobilístico passa por uma espécie de povoamento 'verde'. Não me refiro à cor do carro e sim ao fato de novos automóveis que utilizam novas fontes energéticas em seus motores.

Os automóveis movidos a derivados de petróleo vêm, de maneira muito lenta e sinceramente não muito significativa, perdendo espaço para automóveis que utilizam energia elétrica ou mesmo biocombustíveis. Nessa briga pelo mercado renovável existem duas classes de automóveis em especial que serão discutidas aqui, os elétricos e os híbridos.

Os carros elétricos, como o próprio nome já diz, têm seus motores à combustão substituidos por células elétricas. À primeira vista, a principal diferença entre um carro elétrico e um carro movido à gasolina, é que o carro elétrico é bem mais silencioso.

O motor elétrico é sustentado por diversas baterias, associadas a um regulador. As baterias são carregadas na rede elétrica, exatamente como é feito com aparelhos celulares, tablets, etc. Em geral, não possuem um sistema de marchas, contando apenas com acelerador e freios, assemelhando-se a um carro automático.

O principal ponto negativo deste tipo de veículo está em sua autonomia: apesar dos constantes avanços na área, os carros elétricos nao têm bateria suficiente para percorrer grandes distâncias.

Os automóveis híbridos funcionam em um sistema diferenciado. O sistema híbrido mais comum usado em automóveis hoje é o sistema gasolina x eletricidade, embora algumas indústrias já tenham anunciado estar trabalhando em veículos diesel x eletricidade.

Como você pode perceber, nesse tipo de veículo utiliza-se a energia por combustão combinada à energia elétrica. Se por um lado um carro à combustão é muito poluente e por outro o carro elétrico tem pouca autonomia, os híbridos tentam trazer o melhor de dois mundos: mais eficiência e autonomia e menos poluição.

Existem híbridos em paralelo ou em série. Nos híbridos em paralelos, a rotação do motor que permite a movimentação do automóvel é gerado por duas fontes em comum, a elétrica e a energia de combustão. Nos híbridos em série, o motor à combustão funciona como uma espécie de gerador para o motor elétrico, que será responsável pelo movimento do automóvel.

Tendo em vista essas características, é importante se notar quais distâncias serão percorridas, qual a autonomia necessária para o condutor, qual a velocidade de resposta (aceleração do carro) o motorista deseja, entre outros.

Se o motorista não percorrerá grandes distâncias e nem precisará de grandes potências, o carro elétrico é ideal, sendo muito menos poluente e mais econômico. Se o motorista deseja mais autonomia, será melhor um híbrido, que será um pouco mais poluente e terá um custo relativamente maior em relação ao elétrico.

Por

Foto: divulgação


A busca por veículos mais eficientes no consumo de combustível cresce a cada ano, pelos menos no mercado europeu e por isso, uma das novidades que a Volkswagen irá apresentar no Salão de Genebra será o novo Golf GTE, versão plug-in híbrida que tem entre os principais destaques a autonomia.

Esteticamente, o Golf GTE tem grandes semelhanças com a versão GTI, já que, de acordo com a marca alemã, a sigla GTE está alinhada com as variantes esportivas GTI e GTD. As únicas diferenças, com relação ao GTI ficam por conta do desenho da grade frontal, a sigla GTE em azul, bem como o filete azul presente na grade, que invade os faróis. Na traseira, o nome Golf foi substituído pelo emblema da versão híbrida.

Além do visual parecido, o ajuste de suspensão e o acabamento na cabine também seguem o mesmo padrão do Golf GTi, contudo, ao invés dos detalhes em vermelho no interior a marca adotou a cor azul. A central multimídia, além de conter diversas funções, exibe informações do carro, incluindo o fluxo de energia enquanto o carro está em movimento e os dados de autonomia.

Mesmo sendo uma versão híbrida, errou quem achou que o desempenho do modelo foi comprometido. Para mover o Golf GTE a Volkswagen equipou o carro com um conjunto híbrido, dotado do bloco 1.4 TSI com 148 cv e de um propulsor elétrico de 101 cv (75kW). Os dois motores combinados são capazez de oferecer 201 cv e 35,5 kgfm de torque. Com isso, o hatchback híbrido acelera de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, com velocidade máxima de 217 km/h.

O veículo pode ser usado no modo totalmente elétrico, com autonomia de até 50 quilômetros, chegando à velocidade máxima de até 130 km/h. A autonomia sobe para 940 quilômetros com o trabalho em conjunto dos dois motores, com consumo médio de incríveis 55,2 km/l.

Por Caio Polo

Volkswagen Golf GTE

Foto: Divulgação


O Instituto Nacional de Meteriologia Qualidade e tecnologia- INMETRO- tem feito seu papel ao testar os produtos que são fabricados, montados ou importados para o Brasil. O brasileiro, a cada ano que passa, procura maneiras de como economizar, porém, espera não ter que abrir mão do que é bom.

O carro ideal para eles é um que rode muito e que seja o mais completo possível. Nem sempre se tem o que se quer, não é verdade? Pensando nisso, o instituto tem buscado formas de classificar o mais próximo da realidade urbana: os gastos com combustível desses carros chamados de populares. Os índices são bastante variáveis.

Contudo, não há com que se preocupar, pois, a cada modelo lançado novos teste são feitos e como se diz “ a fila anda”. O bom é que o novo abre portas para o progresso e o ruim é a confusão que fica na cabeça do consumidor em ter que escolher entre um e outro.

Os carros que mais economizam gasolina são os que possuem motor híbrido. Essa nova geração de motores tem dado o que falar devido sua tecnologia avançada, porém, de difícil acesso devido ao valor de compra que é bem acima do convencional.

O carro desse seguimento que permanece no topo da lista é o Ford Fusion com o seu motor 2.0 com 16v. Seu consumo fica em torno de 16,8 km/l na estrada. Em contra-partida, sua manutenção é uma das mais caras devido às peças específicas que no mercado ainda não existem as genéricas obrigando o consumidor a comprar tudo original.

Logo em seguida vem o Lexus CT200h híbrido. Ele consegue fazer quase a mesma quilometragem do Fusion, girando em torno de 15, 7km/l apesar de seu motor 1.8 16v, bem inferior ao ao modelo da Ford e bem mais caro.

Conclusão, se for escolher o carro que mais economiza combustível terá que pagar o preço por um carro mais evoluído que os demais, mesmo que custe um valor amargo se tiver a oportunidade poderá valer a pena.

Por Gleison Nunes Uchoa


Está para ser lançado o C-X75, novo esportivo ecológico da Jaguar, muito mais potente, agora com motor 1.6 de quatro cilindros movido a gasolina. Além disso, segundo a fabricante o veículo contará com dois motores elétricos que ficarão posicionados nos eixos dianteiro e traseiro. Deste modo, o veículo poderá chegar em até 500 cavalos de potência, e atingir de 0 a 100 km/h em menos de três segundos, obtendo a velocidade máxima de 320 km/h. O carro ainda consegue realizar a aceleração de 0 a 100 km/h em 6,0 segundos sem o auxílio do motor a combustão.

O equipamento mais pesado do C-X75 é a bateria, mas mesmo assim, quando comparados com a de outros automóveis é de baixa pesagem, de apenas 200 quilos. O carro ficou ainda mais leve, pois não usou uma transmissão de dupla embreagem, fazendo com que veículo poupasse 100 quilos do peso total.

A grande novidade está na estrutura de fibra de carbono que a equipe Williams de Fórmula 1 desenvolveu para a Jaguar utilizar no C-X75. A fabricante irá produzir no máximo 200 unidades, vendidas nos valores entre 700 mil e 900 mil libras esterlinas.

Por Camila Caetano


Os carros elétricos e híbridos – a grande tendência do mercado automotivo – podem chegar ao público brasileiro no próximo ano se houver uma mudança nas regras comerciais.

Isso porque atualmente no país o diesel é proibido para carros de passeio e os elétricos e/ou híbridos são vetados pela ausência de incentivos públicos. Mas esta situação pode mudar, pois há uma previsão de que em janeiro de 2013 o lobby do etanol e do pré-sal seja rompido pelo Ministério da Fazenda diminuindo o IPI dos automóveis "verdes".

Se esta possibilidade se confirmar carros elétricos como o Renault Fluence Z.E. e o Renault Twizy podem desembarcar no Brasil de vez. O Fluence possui um preço de aproximadamente R$ 67 mil, não tem emissão de poluentes, tem o para-choques e as lanternas modificadas, possui baterias elétricas que ficam entre o habitáculo e o porta-malas do carro. O seu motor possui 95 cavalos de potência, com um torque de 22 kgfm.

Já o Renault Twizy, de uso urbano, é uma junção entre o carro e a moto com sete cavalos de potência e autonomia de 45 quilômetros, não exige carteira de motorista e pode ser conduzido por qualquer pessoa com mais de 16 anos de idade. Possui 2,33 metros de comprimento, carroceria metálica com cobertura em fibra e plástico, teto panorâmico e espaço para duas pessoas e bagageiro com capacidade de até 55 litros.

Portanto, assim que os empecilhos econômicos e políticos forem retirados o Brasil terá a grande possibilidade de ter à disposição de seus motores uma verdadeira frota de carros confortáveis, inovadores e sustentáveis.

Por Ana Camila Neves Morais


A Volkswagen está em Detroit, no North American International Auto Show, lançando o Jetta Hybrid, um automóvel movido por um motor a gasolina e um motor elétrico sem emissões.

Segundo a fabricante, o Jetta Hybrid pode atingir um índice de consumo de 19 quilômetros por litro em circuito combinado cidade/estrada, ou seja, ele consome cerca de 20% menos combustível que um carro com propulsão tradicional.

Quando o carro para nos semáforos ou fica no “para e anda”, o motor a gasolina é imobilizado.

Outra vantagem é que no trânsito urbano, a economia sobe para 30%. O carro também pode ser utilizado no modo elétrico puro, sem emissões. Pode percorrer até dois quilômetros nesse modo.

Uma bateria de íons de lítio é responsável por fornecer energia para movimentar o motor elétrico. O sistema de baterias fica atrás do banco traseiro, evitando assim comprometer o espaço interno do veículo.

O novo modelo será lançado em novembro deste ano, primeiramente nos Estados Unidos e Canadá.

O Jetta Hybrid inclui ESP (programa eletrônico de estabilidade), sistema de freios antibloqueio (ABS) e seis airbags podendo ser ampliado, opcionalmente, com airbags laterais e nas portas traseiras.

Por Natali Alencar


A empresa americana Fisker Automotive teve o privilégio de produzir o primeiro carro de luxo elétrico do mundo. Quando os holofotes focaram o belo carro no evento North American International Auto Show 2008, houve um enorme alvoroço, não só pelo seu belo design, como também por toda sua performance.

O que faz o Fisker Karma um carro notável, entre outras qualidades, é que os primeiros 80 quilômetros podem ser rodados apenas à eletricidade, gerada pela bateria de íon-lítio.

A empresa prevê a venda de 15 mil carros por ano.

Segundo o presidente da empresa, Henrik Fisker, o veículo foi projetado para quem tem pura paixão por carros novos, diferentes e que ainda se preocupa com a sustentabilidade do planeta.

O design do carro é notavelmente original e captura as forças dinâmicas da natureza, tornando o Fisker Karma um verdadeiro carro de luxo híbrido e ecologicamente correto.

A empresa afirma que todos os materiais usados no veículo são ambientalmente conscientes e sustentáveis.

Confira alguns detalhes do Fisker Karma:

  • É um sedã esportivo de quatro portas.
  • Possui um pequeno motor abastecido a bateria de íon-lítio, gerando eletricidade a partir das rodas traseiras.
  • O veículo é capaz de atingir a marca de 0 a 96 km/h em seis segundos, conseguindo passar dos 200 km/h.
  • O teto solar do veículo gera energia quando parado, e desta forma auxilia a refrigeração interior, ou seja, o carro fica sempre “fresquinho” mesmo embaixo do sol.
  • O seu peso é semelhante a de um Porshe 911.

Sem dúvida o Fisker Karma é um carro do futuro, pois daqui para frente a tendência será fabricar carros cada vez mais ecológicos e sustentáveis. O Planeta agradece.

Por Dorcas Rosicler


A Toyota apresenta nova variação do Prius e Yaris na sua linha ecológica. O Prius + é o primeiro modelo híbrido de sete lugares a ser comercializado na Europa. Ele possui interior amplo e tem o menor consumo de combustível entre os veículos europeus. Já o Yaris HSD também entra para este mercado com alta tecnologia para ajudar a implantar o conceito híbrido na Europa.

A montadora dedica-se ao desenvolvimento dos carros ecológicos e quer que esta seja a sua marca. Até o final de 2011, estima-se que seus híbridos emitirão 18 milhões de toneladas de CO2 a menos do que carros semelhantes movidos a gasolina.

Fundada em 1937, a empresa tem produção em 26 países. No Brasil, possui unidades em Indaiatuba (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (SP) e Guaíba (RS). Outras informações sobre os híbridos podem ser obtidas no site www.hybridsynergydrive.com.

Por Danielle Vieira


A Toyota Motor Corporation está comemorando a marca de 3 milhões de unidades de veículos híbridos vendidos até o final de fevereiro de 2011 no mundo todo.

Em dezembro de 1997, a Toyota lançou o Prius, primeiro veículo híbrido do mundo. Mas apenas em 2000 foi que o Prius começou a ser vendido nas concessionárias da Europa e América do Norte.

No ano de 2003, a segunda geração do Prius chegou ao mercado, e em 2009, foi a vez da terceira geração ser lançada, fazendo com que a Toyota atingisse mais de 2 milhões de vendas do modelo híbrido.

Em 2011, a montadora ampliou a sua linha de híbridos e apresentou ao mercado o modelo Lexus "CT 200h". Ao todo são 16 modelos da linha de veículos sustentáveis da marca presentes em 80 países.

A Toyota pretende investir ainda mais no segmento de carros ecológicos e tem planos de lançar mais 10 modelos de veículos híbridos até o fim de 2012.

Essa iniciativa da montadora é muito importante para o meio ambiente, pois a emissão de poluentes no ar é consideravelmente menor.

Para ter acesso a mais detalhes sobre os veículos híbridos da montadora e entender o que é esse sistema, acesse o site da Toyota.

Por Andrea Gomes


Luxo e sofisticação são os adjetivos que se pode atribuir à versão híbrida do Panamera exibido pela Porsche em Genebra no primeiro dia deste mês. O modelo esportivo conta com potente motor V6 de 333 cavalos e atinge a velocidade de 0 a 100 km/h em apenas 6 segundos. Para quem gosta de fortes emoções sob quatro rodas, o carro pode chegar a 270 km/h.

O Panamera vem também com motor elétrico de 47 cavalos e, nesse caso, o velocímetro só pode atingir 85 km/h.

A Porsche anunciou que este trata-se do veículo mais econômico já fabricado por ela e que se for utilizado os pneus da marca Michelin no modelo o consumo de combustível fica em torno de 6,8 litros/100 km.

A Michelin produziu pneus especialmente para o Panamera híbrido, tornando melhor o desempenho do veículo. Porém, mesmo com outros pneus, o carro desenvolve bem consumindo pouco, o que chega a algo em torno de 7,1 l/100 km.

Por Andrea Gomes

Fonte G1


Repleto de lançamentos e novidades, o Salão do Automóvel de Genebra, Suíça, que será realizado de 03 a 13 de Março registrará o lançamento oficial do protótipo híbrido de um veículo da Land Rover. Trata-se da versão híbrida e plug-in, tecnologia que permite a recarga das baterias em tomadas comuns, do Range Rover Sport.

O protótipo foi batizado de Range_e e com certeza deverá se tratar do veículo mais ecologicamente correto que a fabricante inglesa já projetou. Equipado com propulsor movido a diesel 3.0 TDV6 e um motor elétrico que estando somente ele em uso pode permitir que o protótipo percorra 32 Km com a carga de suas baterias, o Range_e ainda possui grande autonomia podendo rodar com um tanque cheio até 1.112 Km, de acordo com a fabricante.

Outro item interessante são as baixas taxas de emissão de poluentes que o modelo apresenta: somente 89g de CO²/Km. Completa o conjunto mecânico um câmbio automático de oito velocidades e o modelo pode chegar à velocidade máxima de 200 Km/h.

Por Mauro Câmara

Fonte: Auto Esporte


Que o futuro dos automóveis reside nos híbridos e elétricos, e também porque não dizer, o futuro do próprio planeta, isto é um fato que vem se consolidando cada vez mais. Mas como toda nova tecnologia em desenvolvimento, ainda apresenta problemas, principalmente em termos de eficiência.

Como amplamente se debate, o “x” da questão está nas cargas das baterias atualmente utilizadas para manter a propulsão dos veículos. Baseadas em íons de lítio ou níquel, de acordo com especialistas, elas possuem pouca capacidade de carga, além de necessitarem de muito tempo para recarga. As atuais baterias não garantem ainda uma boa autonomia para os veículos e talvez não atendam a demanda que será necessária quando os veículos elétricos forem a maioria no trânsito.

Buscando resolver este problema as montadoras investem em pesquisas e é isso que a Toyota está fazendo em seu centro de tecnologia nos Estados Unidos, pesquisando novas alternativas para substituírem as atuais baterias. De acordo com sites especializados, estudam-se materiais como magnésio e enxofre para a substituição dos atualmente usados, pois os novos teriam uma maior capacidade de armazenamento de energia, o que aumentaria a eficiência dos novos veículos.

Com previsão de que até o ano de 2020 estas novas baterias se tornem realidade, as pesquisas de novas formas de geração de eletricidade para os veículos do futuro por si só representam uma maior conscientização sobre as atuais necessidades do planeta e principalmente o caminho certo a ser trilhado.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online


A preocupação ambiental tem atingido amplamente o segmento de veículos automotores. A maior – e melhor – conscientização da população tem acarretado investimentos por parte das fabricantes, que anunciam, esporadicamente, novidades entre carros elétricos e híbridos.

A Toyota, uma dessas, estuda a criação de uma bateria com ao menos o dobro de capacidade energética das íon-lítio, utilizadas em híbridos. Trata-se de uma bateria de magnésio, atualmente em desenvolvimento em Michigan entre a montadora e laboratórios químicos japoneses.

Jeffrey Makarewicz, responsável pelo centro de estudos situado nos Estados Unidos, ressaltou recentemente que as baterias de íon-lítio não apresentam boa suficiência para póstumos automóveis híbridos e elétricos plug-in (carregáveis por meio de tomada comum residencial).

Apesar das perspectivas, a novidade só deve estar definitivamente pronta, segundo Makarewicz em matéria veiculada pelo Guia Quatro Rodas, em 2020.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novo Audi A6 2012 terá sua estreia na Europa no ano de 2011. Percebe-se uma grande diferença entre as suas versões anteriores. Seu visual é mais robusto com detalhes em alumínio, sua cabine terá uma combinação de couro e madeira e vários outros itens de conforto.

O propulsor 2.0 TDI desta versão do A6 é mais ecológico. Ele consegue fazer 20 km com 1 litro. Para suas principais versões o Audi A6 pode ter de cambio o S-tronic de sete velocidades automáticas ou o manual de seis velocidades.

Esse carro também contará com a versão Hybrid motor 2.0 TFSI movido à eletricidade. Apenas essa versão terá 8 marchas para aproveitar melhor o desempenho do motor.

Por Oscar Ariel


Buscando o aprimoramento das tecnologias usadas nos modelos híbridos que começam a ganhar espaço no mercado mundial e fazendo parte do seu programa especial (Nissan Green Program 2010) que busca melhorias ambientais e ao mesmo tempo eficazes para os carros produzidos pela marca, a montadora anunciou que dois dos seus novos modelos híbridos, o Nissan Fuga Hybrid que será lançado no Japão neste terceiro trimestre e o sofisticado Infinit M Hybrid, que terá seu lançamento efetuado em 2011 na Europa e Estados Unidos.

Ambos estarão equipados com novas tecnologias que procuram aumentar o desempenho ambiental dos modelos, principal conceito do carro híbrido, sem, no entanto perder o conforto na hora de se dirigir veículos com estas características de acordo com informações do site G1.

O Electro-hydraulic Power Steering system (sistema eletro-hidráulico de direção) permite que o motor a gasolina seja ativado apenas quando o motorista está dirigindo o veículo, oferece os dois tipos de direção, a caracterizada pela suavidade da direção hidráulica combinada com a eficiência de combustível da elétrica.

E o Electric Driven Intelligent Brake (freio elétrico inteligente) que opera os cilindros de freio diretamente através do motor elétrico quando o pedal de freio é acionado. A força de frenagem necessária é mantida enquanto a pressão hidráulica do freio de atrito é controlada para ajudar a regeneração de energia do motor hibrido.

Por Mauro Câmara





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