O momento de comprar um carro novo envolve emoções, como a empolgação e a ansiedade de que o automóvel esteja o quanto antes nas suas mão. Porém, é preciso ter cuidados nessa compra que envolve tantos aspectos, entre eles, o fato de ser uma compra grande (valor financeiro), o custo-benefício, o que a pessoa busca e precisa num carro, o porte e até outros aspectos como o design, por exemplo. Até porque, depois de fazer negócio não tem mais volta.

Comprar carro à vista é bem melhor do que financiar, pois os juros no Brasil ainda são bastante altos e o consumidor perde muito dinheiro a cada parcelamento. E isso se torna ainda mais visível quando consideramos o ganho com o rendimento desse valor se fosse investido antes de adquirir o bem.

Portanto, o ideal seria guardar o valor de cada parcela mensalmente em uma poupança, até que se tenha o dinheiro suficiente para comprar o carro.

No fim das contas, se o consumidor esperar um pouco mais para comprar à vista, ele acaba comprando por um preço muito abaixo do financiamento e em menos tempo. Isso porque se leva mais tempo para quitar um parcelamento do que para juntar o valor do produto economizando na poupança.

Mas é evidente que essa é uma escolha difícil para se fazer, principalmente considerando as emoções que surgem no momento da possibilidade de compra e as tentações de antecipação dessa compra, como o financiamento.

Segundo psicólogos, muitos pacientes que apresentam distúrbios emocionais têm como a raíz de seus problemas psicológicos os problemas financeiros, normalmente gerados pelo mal uso do dinheiro em compras mal efetuadas.

Seja com o procedimento dessa compra (financiamentos, entre outros), seja com aquisições exorbitantes e desnecessárias, provenientes de tentações consumistas, onde a pessoa gasta o que não devia para comprar o que não precisava. O que parecia uma boa oferta, na verdade é uma armadilha. 

Até quem é mais disciplinado com isso precisa ficar atento, pois não faltam tentações e armadilhas direcionadas aos consumidores. E na hora de comprar um carro novo esse risco  não é diferente. 

Sempre existem diversas ofertas, de vários tipos e procedimentos, que querem convencer o consumidor de que determinada opção é a melhor para o cliente, mas que, na verdade, acaba sendo mais vantajoso para quem consegue vender.

Isso ainda gera prejuízos posteriores à aquisição do bem e muita dor de cabeça por um tempo muito maior do que o consumidor levou para decidir realizar sua compra.

Normalmente são ofertas fantásticas, mas que tem detalhes quase ocultos antes da compra, como o prazo da oferta, para deixar o cliente tendo pouco tempo para decidir e, consequentemente, para refletir sobre a decisão antes de fechar o negócio, além de taxas e prazo para entrega do veículo, por exemplo. E que vão surgir depois que o consumidor estiver convencido de que fez um grande negócio.

As duas principais dicas para esse momento tão especial na vida de qualquer pessoa, principalmente quem vai fazer sua primeira compra de um carro, são:

1- Defina o modelo de automóvel que você considera ideal para as suas necessidades

Vá até concessionárias de veículos e primeiro faça uma visita e escolha o tipo de carro que vai querer. Lembrando que nenhum automóvel terá tudo que você precisa, normalmente se abre mão de um aspecto ou recurso (economia, potência, espaço, etc.) para se adquirir outro.

E, quando decidir, procure esquecer do que abriu mão de ter, pois ficar pensando nisso pode atrapalhar na hora de fechar negócio.

2- Faça uma boa pesquisa de mercado

Vá em uma concessionária e pergunte qual melhor preço que podem fazer, anote tudo, inclusive as ofertas "fantásticas". Fale com outra concessionária e quando achar um preço menor veja se a outra concessionária pode cobrir.

Faça isso algumas vezes com lojas diferentes. Compare e pense com calma, sem pressa. Depois de alguns dias você vai ter analisado as opções e vai encontrar a melhor para a sua compra.

Por João Calvet

Foto: divulgação


Já imaginou se você pegasse o seu carro novo para sair e de repente encontrasse problemas no freio, os quais o veículo não consegue parar no tempo exato? E se o motor fizesse um barulho estranho parecendo que está pifando? Imagino que você iria, na mesma da hora, à concessionária onde comprou o carro e pediria uma revisão ou até mesmo uma troca.

Existem chances de adquirir um veículo e passar por esse tipo de situação. Portanto, preste bem atenção, pois iremos dar 3 dicas a você que pretende comprar um carro novo e como fazer para não ter problemas:

– Como saber se o carro que comprei não veio com defeito?

– Quais os itens obrigatórios num veículo novo?

– Qual o resultado do nível de segurança do carro que comprei?

A primeira pergunta: Como saber se o carro que comprei não veio com defeito?

O melhor a fazer neste caso é adquirir um veículo com alguém que entenda de carros, pois assim você não corre o risco de sair com um carro problemático e que dará despesas com mecânicos posteriormente.

Em seguida, temos a segunda pergunta: Quais os itens obrigatórios num veículo novo?

Muita gente ao adquirir um veículo novo não sabe ao certo quais os itens obrigatórios que ele precisa ter. Diante disso, vamos enfatizar que um carro precisa de freio ABS e airbag, e o veículo precisa estar em perfeito estado. Ainda que seja um pequeno arranhão é possível pedir a troca.

Por fim, a última questão: Qual o resultado do nível de segurança do carro que comprei?

O resultado realizado nos últimos meses em carros populares tem sido alarmante, haja vista muitos serem reprovados ou obterem um conceito baixíssimo. Isso se dá principalmente quando avalia-se airbags frontais. No Brasil esse número deveria ser maior, pois somos o terceiro maior mercado consumidor de veículos e o quarto maior produtor de veículos, além de pagarmos impostos altíssimos. Por isso, verifique os mínimos detalhes ao adquirir um carro novo.

Por Luciana Viturino

Comprar carros

Fotos: Divulgação


As quedas nas vendas de veículos estão fazendo as concessionárias tentarem as mais variadas estratégias, com ênfase nas facilidades de crédito – entrada parcelada em até 10 vezes, taxa zero para financiamentos que não ultrapassem 24 parcelas, parcelas sem juros no cartão de crédito, emplacamento e IPVA gratuitos.

No estado de Minas Gerais essas ações alavancaram as vendas de carros novos em 20% em agosto. Cenário diferente do que aponta o balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a qual mostra queda nacional de 7,38% em agosto na comparação com julho. Em comparação com 2013, o desempenho é ainda pior, a queda nas vendas é de 17,12%.

Os revendedores estão mais otimistas devido à concessão de crédito mais barato, fruto das recentes modificações nas regras do Banco Central, as quais possuem o intuito de proporcionar acesso facilitado ao financiamento de automóveis.

A partir do último final de semana, os bancos anunciaram taxas de juros abaixo de 1% ao mês. Porém, as taxas mais em conta correspondem a financiamentos de curto prazo, com no máximo dois anos.

O Banco do Brasil é o que possui taxas mais baixas, de 0,97% ao mês, destinadas a veículos novos com quitação em até 60 vezes.

A indústria automobilística permanece em situação crítica. Em agosto, a produção caiu novamente quando comparada ao mesmo período do ano passado. A queda foi de 22,4%, correspondendo a produção de 80 mil unidades a menos.

Alguns especialistas acreditam que a indústria se manterá em ritmo lento de atividade até o fim de 2014, pois não há previsão de mudança do atual cenário da economia brasileira, devido a pontos críticos que possuem relação com consumo em desaceleração, concorrência com automóveis importados e juros maiores.

Já a Associação Nacional dos Fabricantes acredita que as medidas postas em prática pelo governo para aumentar o crédito estão apenas no início, fazendo com o que o segundo semestre de 2014 encerre melhor que o primeiro. 

Por Rafaela Fusieger


O Ford Fusion só chegará oficialmente ao Brasil em fevereiro de 2013, mas já vai dar o ar da graça no Salão do Automóvel em São Paulo.

A versão topo custará R$ 112.990 com motor 2.0 e leva o nome de Titanium AWD.

As transformações não foram só estéticas, a Ford investiu muito nas mudanças mecânicas. De acordo com o gerente de marketing da Ford, Antonio Baltar, o novo Fusion não carrega nenhuma peça do modelo anterior. No visual, os faróis do Fusion vêm mais afilados e com lanternas no topo da carroceria.

O carro irá disputar o favoritismo daqueles que podem e querem gastar mais de R$ 100 mil em um carro com um motor EcoBoost turbo a gasolina. A Ford afirma que o propulsor tem uma potência nivelada com os carros de motor 3.0, mas com um consumo de 15% menos no combustível.

No mercado brasileiro as cores poderão ser escolhidas entre: vermelho, preto, branco, azul, cinza e prata. Bancos de couro com aquecimento também são itens do estiloso novo Fusion Titanium AWD. 

Por Dayane Garcia





CONTINUE NAVEGANDO: