Pode-se dizer que carros são como estrelas de cinema. Em muitas ocasiões o melhor de todo o filme não está nos atores, não está na história, e sim nos carros que eles dirigem.

Seguem alguns filmes que contam histórias excelentes, acompanhadas de perto por algumas belas máquinas.

1-  Gran Torino

O filme de 2008 foi produzido, dirigido e interpretado por  Clint Eastwood, ator conhecido por ter sido por vários anos expoente máximo do conhecido faroeste e que, atualmente, se mostra engajado em produzir obras de qualidade para os expectadores.

Nesse filme, que concorreu a muitos prêmios e pode ser facilmente enquadrado, como um clássico do cinema, Clint Eastwood encarna Walter Kowalski, um homem que vive em profunda agonia e solidão mas que carrega consigo muito orgulho de seu passado com a Ford e do carro que dá nome ao filme, presente em sua garagem. É uma excelente pedida de filme.

2-  Besouro Verde

O filme é uma comédia de ação baseada em quadrinhos e, posteriormente, em uma série clássica dos anos 60 (interpretada pelo mestre das artes marciais Bruce Lee, na época). Conta a história de um ricaço e seu motorista que combatem o crime à noite.

O filme foi lançado em 2011 e não representou um sucesso de bilheterias. Vale a pena conferir o carro da dupla dinâmica: o Beleza Negra.

3-  Carros

Carros é uma belissima animação lançada em 2006, cujos protagonistas são realmente carros. Os modelos são paródias de modelos reais que vivem na cidade de Radiator Springs.

Alguns modelos são facilmente identificáveis, como Porsches e Cadillacs, inclusive o protagonista, Relâmpago MCQueen, que é um carro de corrida.

Além de apresentar grandes representantes do mundo do automobilismo moderno e passado, o filme é uma ótima pedida para assistir na companhia dos filhos, sobrinhos e priminhos mais novos.

Como não poderia deixar de ser, a animação chama atenção dos menores e até mesmo dos mais velhos.

Por Nosf

Foto: divulgação


Possuir um veículo clássico hoje em dia não é algo tão fácil assim. Além de ter de se preocupar com detalhes específicos da transação, o comprador também necessita conhecer de forma aprofundada não só o veículo, mas também o seu vendedor. Para quem deseja importar um carrão do exterior são necessários alguns conhecimentos fundamentais para garantir o sucesso da transação e evitar problemas futuros.

Em primeiro lugar uma conta bancária bem recheada é requisito fundamental, já que a tendência é que alguns clássicos (principalmente aqueles que fazem sucesso no cinema e na TV) custem até mais caro que tops de linha. Além disso, a burocracia que envolve o processo é tão grande que existem empresas especializadas para que esse procedimento seja feito de maneira legal e sem que o comprador corra o risco de perder seu novo membro da família antes que ele chegue em casa. Para isso, é necessário expedir uma procuração para que um despachante de uma dessas empresas fique no controle das responsabilidades que envolvem o processo.

Geralmente, o frete no país de origem, as despesas portuárias e o pagamento das taxas de importação, costumam agregar um valor enorme ao final do procedimento. No entanto, para quem realmente é amante de carros antigos, isso é apenas um contratempo no processo. Modelos como o Ford Mustang Fastback, o Corvette e o Rolls Royce, são somente alguns dos modelos mais desejados por brasileiros. Se tudo correr conforme o planejado, em cerca de 5 meses após o início das negociações será possível ter um clássico na garagem para passear nos finais de semana.

POR EBENÉZER CARVALHO


A Associação Brasileira de Empresas Importadoras de Veículos Automotores (ABEIVA), em um balanço divulgado nesta segunda-feira (11/06), informou que as vendas de automóveis importados caíram 35,6% em maio deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Em números, a quantidade de vendas de automóveis importados caiu em 6.889 unidades. A ABEIVA atribui a queda nas vendas graças às medidas protecionistas nacionais, ou seja, à redução de impostos para veículos produzidos no Brasil, medida anunciada pelo governo federal no início do mês passado.

Entretanto, o protecionismo não pode ser considerado o único culpado pela redução da importação. Graças à conturbação do mercado externo, a moeda norte-americana vem ganhando força, fazendo com que o Real sofra um processo de desvalorização, que já representa 11% desde o início do ano. O "encarecimento" do dólar é outro fator que reflete na diminuição do número de importados comercializados no país.

Flávio Padovan, presidente da ABEIVA e diretor da Jaguar Land Rover no Brasil, comentou estar aflito com a situação do setor, o que poderá ocasionar em demissões. Hoje, as concessionárias que trabalham com a comercialização de automóveis importados empregam cerca de 35.000 pessoas.

Em contrapartida, a indústria automobilística nacional não tem do que reclamar: utilizando o mesmo período de comparação, as vendas de automóveis produzidos no Brasil cresceram 12,1%.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


A comercialização de veículos automotores teve, basicamente, dois grandes momentos no ano passado. Em março, as vendas dispararam em função do término anunciado (para abril) da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); no último bimestre de 2010, o número de emplacamentos foi recorde devido a uma combinação de situações, entre as quais determinação de contenção do crédito a pessoas físicas e jurídicas (levando consumidores a anteciparem as compras).

Além das montadoras nacionais, as fabricantes estrangeiras também se aproveitaram do maior poder de renda do consumidor e da economia em crescimento. Neste ano, bons números continuam sendo constatados, tanto que a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) detectou avanço de 24,2% dos emplacamentos em fevereiro em comparação a janeiro, para 11.893 unidades.

No confronto anual, de acordo com a Abeiva, ocorreu salto de 122,7% no número de veículos estrangeiros comercializados.

Outro bom indicador, favorável às montadoras estrangeiras, refere-se à participação dos carros importados em solos brasileiros. O índice de antes, de 4,16%, subiu para 4,59% em fevereiro.

Para José Luiz Gandini, presidente da associação, a perspectiva de emplacamentos para 2011 é de 165 mil unidades, mas para isso ocorrer a média mensal terá de chegar a 13,7 mil carros, algo não conquistado no primeiro bimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O mercado de veículos automotores está em franca expansão no Brasil, embora os números deste ano devam ser mais amenos em relação aos registrados em 2010. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a comercialização de carros, no acumulado anual, cresceu 12,42% em comparação a 2009.

Leia mais: Fenabrave – Caminhões Usados, Motocicletas e Ônibus – Vendas em 2010

Dados reunidos pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) assinalaram que em janeiro as vendas decaíram 28,9% ante dezembro de 2010. No total, no mês passado 9.572 unidades foram emplacadas. Apesar desse arrefecimento, no confronto anual as vendas de carros saltaram 93,2%.

Por outro lado, enquanto a comercialização decresceu, a participação dos importados no mercado subiu de 3,73% para 4,16%. Para José Luiz Gandini, presidente da associação, as vendas em 2011 devem abraçar 165 mil unidades, ou seja, aproximadamente 13,7 mil emplacamentos mensais, embora entre janeiro e fevereiro o número não deva ser atingido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress





CONTINUE NAVEGANDO: