A marca Mercedes-Benz deu início à construção de sua montadora de veículos na cidade de Iracemápolis, localizada em São Paulo. O local da fábrica possui uma área de 87 alqueires e terá uma capacidade de produção de 20 mil automóveis por ano. O investimento nesta obra foi de 500 milhões de reais.

Segundo Philipp Schiemer que é o presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da América Latina, o objetivo desta montadora no país é de fabricar os veículos tendo o mesmo nível de qualidade dos que são produzidos na Alemanha.

A montadora já está com planos de iniciar a fabricação dos automóveis no início do ano de 2016. Está previsto que no mês de fevereiro de 2016 já terão sido produzidos os primeiros modelos do sedan Classe C e após seis meses será disponibilizado o utilitário-esportivo GLA.

Espera-se que através da construção desta montadora o mercado nacional irá desenvolver-se ainda mais, tendo uma previsão de que até o ano de 2018 a marca Mercedes-Benz movimente R$ 3,2 bilhões. Geraldo Alckmin, que é governador do estado de São Paulo esteve presente no evento da Mercedes-Benz que foi realizado no último dia 5 de fevereiro. O governador está confiante que a empresa irá oferecer novas oportunidades de empregos, além de gerar novos investimentos na região de São Paulo.

Ainda segundo Alckmin, esta fábrica da Mercedes-Benz é um sinal visível do setor industrial da região de São Paulo. Ele também afirma que terá a estrutura de São Paulo e também a mão de obra de qualidade das pessoas que moram na região.

No ano de 2014 a marca Mercedes-Benz se destacou no mercado nacional, tendo um recorde de negociações com um total de 11.912 veículos vendidos. Com a estruturação da montadora no país a Mercedes tem planos de prosseguir os seus investimentos no Brasil e continuar o seu crescimento no mercado. 

Por Felipe Couto de Oliveira

Mercedes-Benz


A Volkswagen do Brasil está mesmo com muita vontade de tornar viável a utilização da unidade de Taubaté, no Estado de São Paulo. Recentemente a montadora anunciou um investimento de R$ 1,2 bilhão no local. A verba será direcionada para o processo de produção, onde o principal foco será a proteção ambiental e a qualificação profissional dos funcionários. Tudo isso tem um objetivo bastante claro, começar o mais rápido possível a implantação da nova linha de produção do Volkswagen Up! O valor investido na fábrica de Taubaté já estava dentro do cronograma da companhia, que prevê investimentos no Brasil até 2016.

O Up! será o carro mais em conta da montadora com fabricação nacional. O objetivo é que o Up! preencha o espaço que acabou sendo deixado pelo Gol G4, modelo da geração antiga que foi “aposentado” logo após se tornar obrigatório que os carros fossem vendidos com ABS e airbags (válido tanto para veículos nacionais quanto importados).

Entre as mudanças e inovações da unidade de Taubaté, a companhia informa que a mesma recebeu duas novas linhas de prensas. Serão 296 robôs de última geração para a área de Armação (setor onde as peças são unidas formando a carroceria do carro). Também há uma nova unidade de Pintura que une processos de alto rendimento, equipamentos e um baixo consumo energético. Para o setor de Montagem Final foram implantados novos conjuntos de equipamentos. A unidade ainda conta com a construção de três centros de treinamento, entre outros pontos.

A fábrica de Taubaté conta com 5 mil trabalhadores. A unidade também é responsável pela produção do Novo Voyage e do Novo Gol. No decorrer de seus 38 anos de existência, a fábrica já foi responsável por produzir modelos do Passat, Saveiro, Voyage, Parati e Gol.

Por Denisson Soares


Fábrica da Nissan em Resende (RJ)Tudo indica que a nova unidade de fabricação da Nissan localizada no Rio de Janeiro, mais especificamente em Resende, deverá ser inaugurada em breve.

A Nissan emitiu um comunicado nesta semana (30) dizendo que a fábrica entrou na última fase de conclusão das instalações nos prédios principais.

A montadora ainda afirmou que após o término da última etapa a fábrica passará por testes no seu maquinário.

Segundo a empresa responsável pela obra é muito provável que a fábrica seja inaugurada ainda em 2013.

A unidade de montagem é o alicerce da montadora japonesa para se fixar de vez no mercado brasileiro, que planeja abocanhar 5% do mercado de veículos logo de início e lançar até 2016 oito modelos produzidos por aqui.

A montadora afirmou que a unidade construída no Brasil será até então a unidade mais sustentável de todas as existentes no mundo.

A empresa ainda se preocupou em criar um cinturão verde ao redor dela como forma de diminuir a poluição sonora gerada pela produção em massa, além do mais a montadora adotou o que se tem de mais moderno em prática de produção que respeita o meio ambiente.

Por Fernando Setoue


A Chevrolet acaba de anunciar o lançamento do novo Prisma, sedã que chega para movimentar as vendas da categoria. A apresentação do carro  ocorrerá entre os dias 26 e 27 de fevereiro, mesmo período em que será lançada a fábrica de motores da Chevrolet em Joinville, Santa Catarina.

O carro será equipado com motor 8V 1.4 Flex e será capaz de entregar 106 cavalos de potência. De acordo com a montadora, o design do Prisma será surpreendente, uma vez que o veículo contará com traseira curta e alta.

Tudo indica que a fábrica a ser inaugurada em Joinville faz parte de uma estratégia que a GM/Chevrolet elaborou a fim de esvaziar a unidade fabril de São José dos Campos, em São Paulo. Desde que foi aberta, tal fábrica tem enfrentado problemas burocráticos em relação ao sindicado e às negociações da montadora.

Segundo a própria General Motors, apenas as montagens da S10, do Classic e da Trailblazer serão mantidas em São José dos Campos – SP. O novo Prisma, por sua vez, será fabricado em Gravataí, no Rio Grande do Sul. O carro chega às concessionárias em março.

Por Larissa Mendes de Oliveira


A maior empresa indiana no setor automotivo, a Tata Motors, negocia com o Brasil a possibilidade de instalar a primeira fábrica da Jaguar Land Rover em nosso território. A novidade virá acompanhada da criação de seu mais novo jipe, o Freelander. A notícia foi publicada pelo jornal norte-americano "Financial Times".

O que falta para o projeto entrar em prática é a empresa se firmar com uma quantidade de produção suficiente de veículos. Um dos fatores que atraíram os investidores indianos para o país foi fato de que o Brasil está se consolidando como o terceiro maior mercado automotivo do planeta.

De acordo com o presidente-executivo da Jaguar, Ralph Speth, a organização planeja sim instalar uma fábrica no país, mas precisa estabelecer os limites para o intercâmbio de um complexo montador pequeno como a Tata.

Atualmente, a Jaguar produz seus carros em apenas três fábricas, instaladas na Inglaterra.

Para quem não se lembra, a Jaguar Land Rover foi comprada pela Tata Motors no ano de 2008, pelo valor de US$ 2,3 bilhões. A aquisição da marca britânica ajudou a Tata Motors a se desenvolver diante de um mercado automotivo em baixa, que cresceu apenas 2,2% no último ano.

Para conhecer mais sobre a Tata Motors, acesse o site www.tatamotors.com.

Fonte: IG

Por Tadeu Goulart


A montadora de automóveis Lifan, de origem chinesa, anunciou que vai construir uma fábrica no Brasil, que terá a capacidade de produzir 10.000 unidades anualmente. A marca é representada no país pelo Grupo Effa, que confirmou investimento inicial de US$ 100 milhões (R$ 156 milhões) para erguer a planta.

O local e a data de início das obras ainda não foram definidos, mas a expectativa é de que estas informações sejam divulgadas em, no máximo, três meses.

A princípio, os carros deverão chegar ao país desmontados, ficando a montagem a cargo dos funcionários da fábrica, processo conhecido como CKD (Completely Knock-Down). Os primeiros modelos a serem montados em território nacional serão o hatchback Lifan 320 e o sedã Lifan 620, que já são vendidos por aqui desde 2010.

A nova fábrica faz parte da estratégia da Lifan em expandir as suas vendas no Brasil, chegando a 15.000 unidades comercializadas no próximo ano. Para tanto, a marca vai lançar novos modelos no mercado nacional e pretende aumentar o número de concessionárias para 120 lojas até 2012.

Outro plano que já está em ação é a construção de um centro de desenvolvimento e pesquisas, entre as cidades de São Paulo e Campinas.

Por André Gonçalves


A BorgWarner, multinacional que produz componentes e sistemas para motores de veículos de passeio, utilitários leves e pesados, vai construir uma nova fábrica no interior de São Paulo, na cidade de Itatiba. A planta, cuja construção se inicia no final do ano, terá um investimento de R$ 70 milhões e deve ficar pronta até o final de 2012. Dentre os principais componentes desenvolvidos pela empresa destacam-se os turbocompressores e o comando de válvulas variáveis, tecnologias para melhorar o desempenho dos motores.

Com a nova fábrica, que terá maior capacidade de produção que a atual, instalada em Campinas, que deve ser fechada assim que a outra estiver pronta, os dirigentes da BorgWarner acreditam que irão contribuir para a popularização do turbo no mercado nacional, uma vez que algumas montadoras estão em negociações adiantadas para oferecer o componente nos carros fabricados por aqui. Essas montadoras são a Volkswagen, a Ford, a Fiat e a PSA Peugeot-Citroën.

No caso da Ford, a parceria com a BorgWarner está no novo motor EcoBoost 1.0, que estará presente em veículos globais da marca. Já com relação à Volkswagen, especula-se que a parceria renderia um novo bloco 1.4 turbo, para equipar uma versão mais esportiva do Gol. 

Por André Gonçalves


Os estragos que o terremoto e o tsunami causaram não são de exclusividade do Japão e estão longe de serem sanados. Nesta última semana de abril duas das grandes montadoras automotivas que apresentam fábricas no Brasil anunciaram uma paralisação em caráter temporário das atividades.  A primeira a revelar tal ação foi a Toyota. Devido à falta de disponibilidade de peças vindas do Japão, a planta de Indaiatuba, em São Paulo, não teve funcionamento no dia 25 de abril, segunda-feira. Estão agendadas ainda mais duas paralisações para os dias 06 e 20 do mês de maio, segundo o site Business Week. Nessa localidade o modelo produzido é o Corolla.

A fábrica de Zárate, situada em terras argentinas, que produz o SW4 e a picape Hilux, irá reduzir a produção de tais modelos pela metade nas datas de 13, 20 e também 27 de maio de 2011. Outra montadora que anunciou que paralisação foi a Honda, em sua planta de Sumaré, em São Paulo. No local são produzidos os modelos Fit, Civic e City. Os funcionários teriam suas férias no mês de junho, porém, elas foram antecipadas para o mês de maio, mais precisamente a partir do dia 23, segundo o site australiano My FEN. Com a unidade paralisada por 10 dias, há uma estimativa que 6 mil modelos deixem de ser fabricados no período.

Não há relatos de que possam ocorrer demissões devido a tais fatos. Somente no fim do mês de maio é que saberemos se irão acontecer novas paralisações. Tudo isso foi gerado pelo tsunami que ocasionou danos às usinas, provocando cortes de energia, que por sua vez obrigaram as fábricas a efetuarem as paralisações, assim ocorrendo a falta das peças. Uma das fábricas mais afetadas foi a de Sendai.

Por Oscar Ariel


O terremoto ocorrido no Japão no dia 11 de março de 2011 começou a refletir nas empresas brasileiras.

A Honda divulgou que as férias coletivas que seus funcionários costumam ter em julho foram antecipadas para entre 23/05/2011 a 03/06/2011.

Na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo, são produzidos os modelos Honda Civic e Honda City. A filial que fica em Manaus, onde são fabricadas as motos continuará com a sua programação normal.

O motivo informado pela montadora multinacional foi que começou a faltar peças que vinham do Japão.

As fábricas da Honda chegaram no Brasil em 1976 com Moto Honda da Amazônia LTDA. (HDA) e já produziu mais de 13 milhões de motocicletas. Já a Honda Automóveis do Brasil foi inaugurada em 1997 e já produziu mais de 700 mil unidades.

Anteriormente, outra montadora japonesa, a Toyota, anunciou que as produções nas fábricas do Brasil e Argentina teriam suas produções reduzidas temporariamente.

Por E.S.





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