A indústria automobilística vêm obtendo ultimamente, cada vez mais resultados positivos. Uma prova disso é o recorde de vendas de veículos novos alcançado nos primeiros quatro meses deste ano, culminando com 1,066 milhão.

Só no mês de abril 277,9 mil veículos novos foram vendidos, onde as concessionárias ainda possuíam produtos com IPI reduzido em seu estoque. O melhor número registrado até então para o mês de abril foi no ano de 2008, com cerca de um pouco mais que 261 mil unidades.

Já no mês de março, onde o prazo para IPI reduzido encerrou, foi registrada uma venda de 353,7 mil unidades, considerado o melhor número em toda a história deste setor. Apenas os caminhões permanecem com isenção do tributo, com retorno ao valor de 5% a partir do mês de junho deste ano.

Fonte: Folha e Em Tempo Real

Por Elizabeth Preático


O Brasil iniciou este ano como um dos países mais promissores da década, atrás, obviamente, da China, um dos mercados mais conceituados da atualidade, à frente, grosso modo, dos Estados Unidos, há muito tempo considerados a grande superpotência mundial.

Investimentos: Palavra chave e sinônima ao país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva. E se isso pode ser tomado como suposta verdade, nada mais justo do que direcionar o termo ao setor de automóveis. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a aplicação financeira à industria automotiva somará cifra aproximada de US$ 11,2 bilhões entre 2010 e 2012, superior ao período 2007-2009.

Em reportagem veiculada pelo Portal de Economia do Estadão, Cledorvino Belini, novo presidente da Anfavea, avalia que algumas montadoras investirão mais em capacidade, outras em produtos, portanto, choque de competitividade, segundo suas próprias palavras. Em vista disso, acredita ser necessária a efetivação de pesquisas e performances da indústria juntamente ao governo brasileiro.

Questionado sobre o aumento em 0,75% da Selic, a taxa básica de juros da economia, Belini relata ser necessária para manter a inflação controlada, o que, no final das contas, representa pouco em prestações a qualquer setor.

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei





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