O setor de caminhões começa a viver uma retomada no crescimento das vendas após uma queda no comércio de 20% em agosto.

Agora, o aumento nas vendas está gerando um problema nesta área, pois as concessionárias não estão conseguindo acompanhar a intensidade dos novos pedidos.

Com isso estão ocorrendo falta de peças, produtos e os prazos para entrega estão se tornando mais largos já que as fábricas reduziram as produções de caminhões e seus acessórios pela retração que ocorreu no primeiro semestre de 2012.

A diminuição de produção recebeu incentivos do governo federal como programa de compras públicas e juros negativos e com isso houve um boom de compras no setor.

Devido a esta situação, as concessionárias de caminhões já possuem vendas fechadas para o primeiro trimestre de 2013 com alguns modelos disponíveis apenas para o mês de abril.

Para sanar este problema e atender à demanda de vendas, diversas montadoras – como a Scania – estão recontratando funcionários e interrompendo as paradas de produção realizadas anteriormente além de oferecer horas extras e convocar os trabalhadores em férias coletivas.

Por Ana Camila Neves Morais

 


Com ampla notoriedade no país, sobretudo pelo novo modelo do Uno, a montadora italiana Fiat está prestes a erguer sua segunda unidade em terras tupiniquins, mais especificamente em Pernambuco. Atualmente, os olhos dos amantes de carros estão voltados para o Salão do Automóvel de Detroit, porém mesmo assim Sergio Marchionne, presidente do grupo, deu alguns bons indícios ao Brasil.

Em sua ideia, os carros que serão fabricados na nova unidade comportarão a categoria de subcompactos, menores que o próprio Uno. Entretanto, asseverou que a plataforma ainda será delineada pela Fiat, que estima também a confecção de 200 mil veículos automotores anuais no local, com probabilidade de avançar para 400 mil.

Em matéria veiculada pelo portal da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com base em informações divulgadas pelo Valor Econômico, Marchionni indica que o movimento na fábrica pernambucana dependerá, na verdade, das vendas ao exterior, situação dificultosa ao Brasil.

O investimento estimado à segunda unidade é de R$ 3 bilhões, 30% do total divulgado pela Fiat em todo o país como maneira de assegurar seu crescimento e sua presença.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil iniciou este ano como um dos países mais promissores da década, atrás, obviamente, da China, um dos mercados mais conceituados da atualidade, à frente, grosso modo, dos Estados Unidos, há muito tempo considerados a grande superpotência mundial.

Investimentos: Palavra chave e sinônima ao país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva. E se isso pode ser tomado como suposta verdade, nada mais justo do que direcionar o termo ao setor de automóveis. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a aplicação financeira à industria automotiva somará cifra aproximada de US$ 11,2 bilhões entre 2010 e 2012, superior ao período 2007-2009.

Em reportagem veiculada pelo Portal de Economia do Estadão, Cledorvino Belini, novo presidente da Anfavea, avalia que algumas montadoras investirão mais em capacidade, outras em produtos, portanto, choque de competitividade, segundo suas próprias palavras. Em vista disso, acredita ser necessária a efetivação de pesquisas e performances da indústria juntamente ao governo brasileiro.

Questionado sobre o aumento em 0,75% da Selic, a taxa básica de juros da economia, Belini relata ser necessária para manter a inflação controlada, o que, no final das contas, representa pouco em prestações a qualquer setor.

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei





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