Muito bem sucedido no mercado brasileiro e com a posição de carro mais vendido da Chevrolet no Brasil, a marca estadunidense decidiu efetuar um novo reajuste de preços para o Onix no fim do ano de 2014.

Sendo assim, se anteriormente a versão de entrada do modelo (LS 1.0) era comercializada por R$ 37.540, agora o Chevrolet Onix parte dos R$ 39.190, salgando um pouco o preço do carro.

Marcando o quinto aumento de preço desde o mês de maio do ano passado, quando a Chevrolet lançou a linha 2015 do Onix, o aumento das outras versões também foi considerável, sendo que a versão LT 1.0 teve o maior reajuste, deixando de custar R$ 40.940 para ser oferecido por R$ 42.740, acréscimo de R$ 1.800.

Foto: divulgação

Os modelos equipados com o motor 1.4 passaram por um reajuste mais ameno, com aumento de preços próximos a R$ 1.000, como, por exemplo, na versão LT 1.4, que deixa de custar R$ 44.890 para ser vendido por R$ 45.820, bem como nas versões LTZ e Effect, que agora custam R$ 51.230 e que antes saiam por R$ 50.190.  

Os sucessivos aumentos podem ser explicados pelo fato do modelo manter os bons índices de vendas.

Para ter uma ideia, o Onix bateu um novo recorde de vendas no mês de novembro de 2014 com 14.484 unidades vendidas. Além disso, na primeira quinzena de dezembro ficou em terceiro lugar emplacando 8.945 veículos, o que justifica a estratégia de reajustes de preços da Chevrolet para o carro.

Contudo, os reajustes sucessivos pode ser um caminho perigoso para a marca, já que outros carros, como o Hyundai HB20 (parte dos R$ 35.760), o novo Volkswagen Fox (que parte dos R$ 36.170) e o novo Ford Ka (parte dos R$ 35.990), podem passar a ser alternativas mais interessantes para quem deseja comprar um carro desta categoria.

Abaixo, versões e preços do Chevrolet Onix:

– LS 1.0 – Manual – R$ 39.190

– LT 1.0 – Manual – R$ 42.740

– LT 1.4 – Manual – R$ 45.820

– LT 1.4 – Automático – R$ 51.330

– LTZ 1.4 – Manual – R$ 51.230

– Effect 1.4 – Manual – R$ 51.230

– LTZ 1.4 – Automático – R$ 55.410.

Por Caio Polo

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No início desse ano, o emplacamento de novos veículos caiu cerca de 7,2% comparando dados de janeiro a maio de 2014, com os dados do mesmo período de 2013. Para não ocasionar numa grande quantidade de desemprego, o ministro da Fazenda anunciou a prorrogação do IPI reduzido, que também motiva o mercado, e a previsão é que permaneça até o fim do ano.

De fato, o ano de 2014 tornou-se pouco favorável para a compra de bens duráveis. Tivemos a Copa do Mundo, com gastos elevados e que não rentaram tanto quanto o esperado, eleições, problemas com racionamento de água, que obrigou medidas administrativas imediatas para “contornar” a situação, além da crise na Argentina. Os produtores de móveis também foram inclusos neste benefício.

Esta estratégia já é utilizada há algum tempo e as montadoras anseiam para que se estenda também no decorrer do próximo ano com taxas ainda menores. A prova de que essa alternativa é eficaz foi observada no decorrer do ano, em especial de julho a setembro, onde as vendas cresceram em torno de 3,7%, mantendo, assim, os empregos com um aumento de produção de 4,7%.

Na última reunião com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e representantes do Governo Federal, ocorrido em Brasília, foi relatado de que esse assunto não entrou em debate, porém, as indústrias não desanimam.

Enquanto o governo abre mão de aproximadamente 800 milhões com a redução destes impostos arrecadados, as indústrias fazem sua parte mantendo o mercado aquecido com preços atraentes e em busca de novas oportunidades.

Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), tenta firmar contrato com a Colômbia enquanto já planeja uma renovação contratual com o México.

Estes fatos impulsionam, como consequência, um aumento no nosso PIB, uma vez que a produção de peças realizadas aqui, além de gerar emprego, arrecada impostos dentro do Pais.

Por Ricardo Laurentino da Silva

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As quedas nas vendas de veículos estão fazendo as concessionárias tentarem as mais variadas estratégias, com ênfase nas facilidades de crédito – entrada parcelada em até 10 vezes, taxa zero para financiamentos que não ultrapassem 24 parcelas, parcelas sem juros no cartão de crédito, emplacamento e IPVA gratuitos.

No estado de Minas Gerais essas ações alavancaram as vendas de carros novos em 20% em agosto. Cenário diferente do que aponta o balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a qual mostra queda nacional de 7,38% em agosto na comparação com julho. Em comparação com 2013, o desempenho é ainda pior, a queda nas vendas é de 17,12%.

Os revendedores estão mais otimistas devido à concessão de crédito mais barato, fruto das recentes modificações nas regras do Banco Central, as quais possuem o intuito de proporcionar acesso facilitado ao financiamento de automóveis.

A partir do último final de semana, os bancos anunciaram taxas de juros abaixo de 1% ao mês. Porém, as taxas mais em conta correspondem a financiamentos de curto prazo, com no máximo dois anos.

O Banco do Brasil é o que possui taxas mais baixas, de 0,97% ao mês, destinadas a veículos novos com quitação em até 60 vezes.

A indústria automobilística permanece em situação crítica. Em agosto, a produção caiu novamente quando comparada ao mesmo período do ano passado. A queda foi de 22,4%, correspondendo a produção de 80 mil unidades a menos.

Alguns especialistas acreditam que a indústria se manterá em ritmo lento de atividade até o fim de 2014, pois não há previsão de mudança do atual cenário da economia brasileira, devido a pontos críticos que possuem relação com consumo em desaceleração, concorrência com automóveis importados e juros maiores.

Já a Associação Nacional dos Fabricantes acredita que as medidas postas em prática pelo governo para aumentar o crédito estão apenas no início, fazendo com o que o segundo semestre de 2014 encerre melhor que o primeiro. 

Por Rafaela Fusieger


A marca Honda tem vários motivos para se alegrar e um deles é a excelente aceitação do Honda Civic, que em agosto de 2012 foi o sedã médio mais vendido no Brasil, com cerca de 6.000 unidades emplacadas. Os números garantiram o veículo no topo do ranking e permitiram que um tabu de 3 anos fosse quebrado, afinal, durante todo esse tempo, o Corolla esteve na primeira posição.

A notícia partiu do portal da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), responsável pela análise e divulgação das estatísticas. De acordo com o órgão, não foi apenas o Honda Civic que ultrapassou o Corolla, mas também o Chevrolet Cruze, que emplacou 4.800 carros, enquanto o modelo da Toyota vendeu 4.620 unidades no mesmo período.

Vale ressaltar, no entanto, que se forem consideradas as vendas nos 8 primeiros meses do ano, o Corolla ainda é o líder, mesmo que o Honda Civic esteja cada vez mais próximo no panorama geral. Segundo a Fenabrave, nas outras posições não foram apresentadas grandes novidades, sendo que o Volkswagen Jetta permanece na quarta colocação e Renault Fluence na quinta.

Por Larissa Mendes de Oliveira


Depois de um ano atípico onde o Volkswagen Gol quase perdeu seu reinado dentro do mercado nacional, algumas figuras novas acabaram tomando a cena, como o caso do Novo Uno, modelo da Fiat que foi muito bem aprovado pelos consumidores brasileiros.

Mesmo com o susto levado pelo Gol, o modelo ainda fechou o ano na liderança das vendas dentro do país, totalizando 293.475 unidades vendidas no mercado brasileiro.

Em segundo lugar ficou o Fiat Novo Uno, modelo que deixou um pouco de lado o design mais quadrado e veio para bater de frente com o Volkswagen Gol como aconteceu durante a maior parte do ano de 2011, sendo que em alguns casos, como no mês de fevereiro, o modelo acabou batendo recorde de vendas. No fechamento das vendas o Novo Uno ficou em segundo lugar totalizando 273.552 unidades vendidas.

Para fechar o pódio em terceiro lugar vem o Chevrolet Celta, modelo que não “atrapalhou” os dois primeiros colocados e que também não foi assustado por nenhum outro modelo, mantendo segura a sua terceira colocação. No fechamento de suas vendas em 2011 foram vendidas 149.049 unidades.

Top 10:

1º – VOLKSWAGEN GOL;

2º – FIAT UNO;

3° – CHEVROLET CELTA;

4° – CHEVROLET CORSA SEDAN;

5° – FIAT STRADA;

6° – FIAT PALIO;

7° – VOLKSWAGEN FOX;

8° – FORD FIESTA;

9° – FIAT SIENA;

10° – VOLKSWAGEN VOYAGE.

Por Matheus Nogueira Camargo

Fonte: IG Carros


Chega oficialmente nas concessionárias do Brasil o novo modelo de carro econômico lançado pela montadora chinesa Chery. O nome QQ vem da palavra Quio Quio, como é pronunciado, e significa fofo. Unindo-se ao charme do veículo está o título de mais barato do país,  com o preço de R$22.900, sendo inferior ao valor do Uno Mille, que é vendido por R$23.220. Com direção hidráulica, ar-condicionado, travas, retrovisores e vidros elétricos, freio ABS e CD player, o modelo possui motor 1.1 16V e faz, em média, 20km/l .

Apesar das diversas vantagens, o QQ deixa a desejar em segurança e acabamento. Em um crash test, em 2006, o modelo obteve resultado desfavorável. A montadora afirma que o carro já recebeu reforços estruturais e de materiais.  No teste feito pela Carplace, quando atinge os 90km/h, o ruído do motor é evidente dentro da cabine, piorando com o aumento da velocidade.

A Chery encontrava-se receosa no quesito pós-venda, visto que os brasileiros são reservados em relação a montadoras chinesas.

O simpático QQ deve logo inovar as ruas do país com seu custo-benefício satisfatório. E se restam dúvidas sobre segurança, logo devem ser esclarecidas pelo uso.

Por Roberta Tavares


Os modelos se sucedem em tipos e estilos diferentes em uma profusão de opções que deixam indecisos aqueles que querem comprar um carro. Mas mesmo nesse cenário de tantas opções a indústria automobilística não se cansa de colocar no mercado edições e séries especiais dos mais variados e interessantes modelos.

E a versão especial desta vez é voltada para os admiradores dos modelos da inglesa Land Rover com a importação de trinta unidades de uma versão especial do seu jipe Defender, utilitário de porte com linhas tradicionais e clássicas do gênero, em um estilo tipicamente aventureiro de resistência e força.

A série especial ganhou o nome de Land Rover Defender Raw e entre os itens de exclusividade encontra-se a pintura em cores especiais e o tom perolizado das rodas e lanternas Led’s, entre outros. Não houve mudanças na motorização que continua a cargo de um propulsor turbodiesel de 2.4 l que pode produzir 122 CV de potência em conjunto com um câmbio de seis velocidades manual e tração 4×4.

Os interessados em serem proprietários de uma dessas trinta unidades destinadas ao Brasil deverão desembolsar a quantia de R$ 148.800.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carros IG


As concessionárias Ford vão receber, ainda no mês de abril, o novo EcoSport 2012, que dentre as novidades, vai apresentar preços mais caros em praticamente toda a gama. Somente a EcoSport 4WD seguiu o caminho contrário, talvez uma tentativa da montadora em aumentar as suas vendas. O preço anterior, R$ 68.020, foi reduzido para R$ 66.170.

O modelo de entrada, XL 1.6, custa agora R$ 54.250. As versões 1.6 XLS e 1.6 XLT, serão vendidas pelos valores de R$ 57.540 e R$ 63.240, respectivamente. Já as versões top de linha, Flex 2.0 e Flex 2.0 XLT Automático, passaram de R$ 62.240 para o preço inicial de R$ 65.130, podendo chegar a R$ 68.110.

Para a antiga série especial, a Freestyle, atualmente responsável pelas maiores vendas da linha, a Ford aumentou o preço da versão 1.6 Flex, que vai custar R$ 60.130. No modelo com motor Flex 2.0, a montadora colocou o duplo airbag frontal e os freios ABS como itens de série, e sugere um preço de R$ 65.130. A linha Freestyle tem como característica a cor cinza em alguns itens, além de rodas aro 15, pneus mistos, sistema de áudio, ar condicionado, faróis de neblina e rack de teto.

Por André Gonçalves


A comercialização de veículos automotores teve, basicamente, dois grandes momentos no ano passado. Em março, as vendas dispararam em função do término anunciado (para abril) da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); no último bimestre de 2010, o número de emplacamentos foi recorde devido a uma combinação de situações, entre as quais determinação de contenção do crédito a pessoas físicas e jurídicas (levando consumidores a anteciparem as compras).

Além das montadoras nacionais, as fabricantes estrangeiras também se aproveitaram do maior poder de renda do consumidor e da economia em crescimento. Neste ano, bons números continuam sendo constatados, tanto que a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) detectou avanço de 24,2% dos emplacamentos em fevereiro em comparação a janeiro, para 11.893 unidades.

No confronto anual, de acordo com a Abeiva, ocorreu salto de 122,7% no número de veículos estrangeiros comercializados.

Outro bom indicador, favorável às montadoras estrangeiras, refere-se à participação dos carros importados em solos brasileiros. O índice de antes, de 4,16%, subiu para 4,59% em fevereiro.

Para José Luiz Gandini, presidente da associação, a perspectiva de emplacamentos para 2011 é de 165 mil unidades, mas para isso ocorrer a média mensal terá de chegar a 13,7 mil carros, algo não conquistado no primeiro bimestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


No dia 18 de março de 2011, a empresa Jac Motors inaugurou aproximadamente 50 concessionárias no Brasil, representada pelo empresário  Sergio Habib. Todos os modelos da marca terão garantia inédita de 6 anos.

O carro que irá estrear a marca Jac Motors será o J3, nas versões hatch e sedã. Com motor 1.4 de 16 válvulas a gasolina, os modelos flex estarão disponíveis em 2012, escondido sob um design estiloso. Seu porta-malas tem capacidade para 346 litros para o hatch e 490 litros para o sedã.

O J3 ainda contará com itens de série como: direção hidráulica, freios ABS, trio elétrico, CD player com mp3, rodas de liga leve, sensor de estacionamento traseiro, abertura automática do porta-malas e tampa do combustível e ar-condicionado.

O J3 hatch custará R$ 37.900,00 e o sedã R$ 39.900,00.  Para obter mais informações sobre os modelos, dentre outros aspectos, acesse o site da JAC Motors Brasil. 

Por Gilvani de Oliveira


A Land Rover vai trazer para o Brasil, possivelmente em abril, 300 unidades da versão especial do Freelander 2 Sport, batizada de Freelander 2 Sport Limited Edition. O utilitário esportivo será oferecido em três opções de cores, que são o inédito Vermelho Firenze, o preto e o Branco Fuji.

Algumas das novidades no acabamento interno exclusivo são os bancos de couro, cortados por uma faixa que pode ser em marfim ou marrom e o teto solar, que agora é duplo, melhorando o conforto para os passageiros. Do lado de fora, novas linhas esportivas podem ser notadas, acentuadas pela instalação de um aerofólio traseiro, além da nova grade dianteira e das entradas de ar diferenciadas.

Na versão especial, as rodas aro 19, os retrovisores e as maçanetas, têm a mesma cor que a carroceria.

Sob o capô, está o motor 6 cilindros, de 3.2 litros, movido a gasolina, que desenvolve 233 cv de potência e pode chegar a 200 km/h de velocidade máxima, acoplado ao câmbio automático de seis marchas. Ele tem um moderno sistema que comanda a abertura das válvulas, para diminuir o consumo.

O preço ainda não foi divulgado, mas o modelo já pode ser reservado em algumas concessionárias brasileiras. 

Por André Gonçalves





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